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Mulheres brasileiras logo poderão usar spray para se defender


11-03-2026 21:26:01
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Em pouco tempo as mulheres brasileiras estarão legalmente autorizadas a usar spray de pimenta para autodefesa. Parlamentares em Brasília estão aprovando lei que determina o porte e o emprego do recurso diante de uma emergência e ameaça à integridade pessoal. Medida não é novidade para os estados de Rio de Janeiro, Pará e Rondônia, onde as assembleias permitiram autodefesa com o spray, dentro dos limites que a legislação está definindo.

 


Projeto de Lei 727/26, relatado pela deputada Gisela Simona (União-MT) diz que essa “é uma ferramenta intermediária de autoproteção. E vejam que não chega a ser uma arma de fogo, que teria a questão da letalidade, mas também não é uma ausência de autoproteção.” 

Pela lei em aprovação, é permitida a compra do spray de pimenta ou aerossóis de extratos vegetais para autodefesa a partir dos 16 anos, com autorização do responsável legal até os 18. Depois disso, a aquisição pode ser feita diretamente.

Regulamentação da ANVISA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deverá procedeer a regulamentação como está no sistema brasileiro parfa os produtos de uso comunitário.

“A ANVISA é órgão regulador responsável por essa substâncias", explicou Gisela, reforçando que é importante evitar sprays que causem letalidade ou lesões permanentes.

"O objetivo é [disponibilizar] um produto que dê tempo suficiente para correr, para se salvar daquele ato de agressão”, resumiu a relatora.

Violência contra mulheres


Gisela Simona lembrou o cenário de violência contra mulheres no Brasil, com quatro feminicídios por dia e mais de 196 casos diários de violência sexual registrados no país.

E destacou que estados, como Rio de Janeiro, Pará e Rondônia, já têm leis autorizando o spray de pimenta para mulheres.

Pela proposta, para comprar o produto, a mulher deverá apresentar documento com foto, informar endereço e assinar uma autodeclaração de que não foi condenada por crime de violência.

Os estabelecimentos deverão guardar esses dados por até cinco anos.

Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

 

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias
 

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