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Presidente dos EUA garante supervisão de passagem e futuro rico aos venezuelanos

Presidente dos EUA garante supervisão de passagem e futuro rico aos venezuelanos
[foto] - Tudo tranquilo na fronteira do Brasil com a Venezuela, em Roraima. Foto Jean Oliveira via Agência Brasil

03-01-2026 15:34:26
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Horas depois de prender e conduzir Nicolas Maduro para prisão em New York, nos EUA, o presidente Donald Trump garantiu futuro de riqueza e bem-estar ao povo da Venezuela. Informou que haverá uma transição equilibrada na administração do País e que o sistema eleitoral se conduzirá com justiça. Para isso a equipe do Departamento de Justiça norte-americano já está em trabalho e haverá julgamentos sobre os crimes os quais o dirigente é acusado. São por exemplo os negócios da droga.

 


Formalmente haveráa processo a respeito de:

  1. Abastecimeneto de arsenal de armas aos guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, as FARC, sendo negociador o Cartel del Soles, criado por goveernantes;
  2. Transações  financeiras de grande quantidade de cocaína produzida pelo grupo guerrilheiro colombiano;
  3. Comércio em milhares de toneladas de entorpecentes, obteve cooptação de agentes muito próximos de governos como os de Honduuras e outros paízes próximos e distantes.

Governo dos EUA tem acusações que levaram à intervenção, sem comentar a destruição de boa parte da família estadunidense, hoje mergulhada no vício de cocaína, crack e maconha, entre outras drogas.

Autoridades lutam para dominar a proliferação de cracolândias, como exemplo mais terrível, ruas de Los Angeles e New York.

Fronteira apreensiva

Há apreensão em Roraima, divisa do Brasil com a Venezuela e Colômbia. Ali foi montada uma estrutura de atendimento social e de saúde para dar atendimento aos venezuelanos que migraram. A ONU agiu através do ACNUR e ajudou ordenar e superar alguns sofrimenetos; mas a mendicância é expressiva. Até um hospital foi construído.

Para aplacar comentários não oficiais, o Governo do Estado de Roraima expediu esta nota: "As autoridades estaduais permanecem em permanente contato com os órgãos competentes da União para monitorar possíveis desdobramentos que possam impactar a rotina da população. O governo de Roraima reforça a importância de que questões internacionais sejam conduzidas por meio de mecanismos diplomáticos e do diálogo, evitando qualquer escalada de conflito que comprometa a estabilidade e o bem-estar dos povos da região."

A fronteira de 2000 quilômetros (km) que o Brasil mantém com a Venezuela, "está tranquila, monitorada e aberta." Palavras de José Múcio, minisetro brasileiro da Defesa.

Brasil fala de Pacaraima

Waldery D’avila, prefeito de Pacaraima, município brasileiro que faz fronteira com a Venezuela, manifestou "profunda preocupação com os ataques ocorridos na madrugada de hoje em Caracas." Autoridade municipal informou que está "monitorando a situação e trabalhando em conjunto com as forças de segurança para garantir a estabilidade e a paz na região fronteiriça."

O servidor público federal Jean Oliveira, de 54 anos, que estava na Venezuela na cidade fronteiriça de Santa Elena de Uiarén, afirmou à reportagem que conseguiu sair de lá por uma rota clandestina, porque a fronteira estava fechada no início da manhã.

"Tivemos que passar por uma rota alternativa", relatou. Segundo ele, após conseguir chegar ao lado brasileiro, autoridades venezuelanas passaram a permitir apenas que brasileiros pudessem sair pela fronteira, mas não cidadãos venezuelanos. A passagem do Brasil para a Venezuela, por parte do governo vizinho, também seguia fechada. Apesar de alguma apreensão, o servidor contou que a situação na região aparentava uma certa normalidade.

"Eu estava agora pela manhã, mas por lá tudo tranquilo. Só os brasileiros que estavam lá no hotel apreensivos com relação à situação. Mas, de forma geral, em relação à população em si, não percebemos nenhuma alteração."

Antes da Venezuela, o Panamá

A invasão da Venezuela pelos EUA marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

O governo dos EUA estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

 

 

 

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