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Instruções do Instituto a quem encontrar animais marinhos mortos ou vivos

Instruções do Instituto a quem encontrar animais marinhos mortos ou vivos
[foto] - Desconhecida a causa da morte de 739 pinguins no litoral de São Paulo. Foto IPeC.

27-08-2025 19:59:37
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Porque são comuns as mortes de animais marinhos no litoral sul paulista, agora nos municípios de Iguape, Ilha Comprida e Cananéia (Ilha do Cardoso), o Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC) considera normal essas ocorrências. Pesquisadores seguem fazendo a contagem que já aponta 881 pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus). "Os animais desses encalhes em massa chegaram em avançado estágio de decomposição, o que inviabiliza uma avaliação precisa das causas de morte." IPeC dá instruções.

 


IPeC dá instruções para eventuais encontros com os animais mortos ou vivos nas praias da região. 

Caso o animal esteja Morto: 

  1. Não tente manipular;
  2. Não enterrem sem antes entrar em contato com a instituição que executa o PMP da sua região;
  3. Não retire partes do animal;
  4. Faça um registro, marque a localização e encaminhe para nossa equipe caso o animal esteja nas praias da nossa região (Iguape, Cananéia e Ilha Comprida)

Caso de animal Vivo / Debilitado na areia:

  1. Não tente manipular;
  2. Não devolver ou conduzi-lo para o mar;
  3. Não colocar em água gelada ou gelo;
  4. Manter animais domésticos e pessoas afastadas;
  5. Faça um registro, marque a localização e encaminhe para nossa equipe caso o animal esteja nas praias da nossa região (Iguape, Cananéia e Ilha Comprida).

Caso de animais na água com vida:

  1. Não interferir no nado livre do animal;
  2. Não perseguir, afugentar ou tentar capturá-lo.

Caso de animais na água sem vida:

Entre em contato com o com a instituição que executa o PMP da sua região.

 

No litoral sul do Estado de São Paulo, a temporada de encalhes se inicia em junho e vai até dezembro. Em julho e agosto há maior número de ocorrências com os animais marinhos, especialmente pinguins.

Aqui os registros do IPeC:

Dia 15 de agosto de 2025 houve aumento do número de encalhes na área de atuação. Dos 881 pinguins encontrados mortos, apenas 1 indivíduo estava com vida e segue em reabilitação.

Relatório dia a dia:

  1. Dia 15/08/2025: 42 pinguins mortos;
  2. Dia 16/08/2025: 74 pinguins mortos;
  3. Dia 17/08/2025: 154 pinguins mortos;
  4. Dia 18/08/2025: 87 pinguins mortos;
  5. Dia 19/08/2025: 176 pinguins mortos 1 Vivo;
  6. Dia 20/08/2025: 111 pinguins mortos;
  7. Dia 21/08/2025: 89 pinguins mortos;
  8. Dia 22/08/2025: 97 pinguins mortos;
  9. Dia 23/08/2025: 9 pinguins;                                                                       No litoral paulista não houve despedida dos pinguins no retorno à Antártica
  10. Dia 24/08/2025: 2 pinguins;
  11. Dia 25/08/2025: 1 pinguim;
  12. Dia 26/08/2025: 39 pinguins.                                                                                                         

No entanto, com base no quadro clínico dos pinguins encontrados com vida

e na necropsia das carcaças frescas, é possível citar como 

causas dos encalhes, os efeitos da migração por longas

distâncias, dificuldade em encontrar alimento,

parasitoses, quadros infeciosos e a interação com a pesca.

 

250823 - 22:50 horas

 Desconhecida causa da morte de 739 pinguins no litoral de São Paulo

 Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC) ainda adesconhece o que causou a morte de 739 pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus) em Cananéia, Iguape e Ilha Comprida, localidades situadas no litoral de São Paulo. Pesquisadores estão analisando restos dos animais vitimados mais recentemente, para encontrar vestígioss do desastre. Uma das sugestões mais indicadas é a estafa da viagem de longa distância desde a Antártica, mas há outras ideias que seguem em estudo. 

Encontrados ao longo das praias do litoral sul paulista, os pinguins em maioria, estão em estágio avançado de decomposição, o que, segundo o instituto, dificulta identificar a causa das mortes.  

Por enquanto o trabalho é de resultado distante. Material em avaliação é inclusive sobre os animais que estão vivos, os quais podem sugerir até falta de nutrição, infecção e pareasitose. Não está descartada a ação de caçadores, embora seja considerada hipótese quase nula.

Porque há nos mares do extremo sul em torno d e 3 milhões de espécies de pinguins, também não se fala em ameaça de extinção. Mas essas e outras espécies sofrem com a  degração ambiental e a poluição das águas. Esses animais encontrtados mortos são originários da zona fria da Argentina.

Pinguins, focas e baleias

O IPeC realiza salvamentos, reabilitação e outras atividades de conservação da fauna marinha, como organização civil responsável pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos. A instituição também faz a destinação correta de animais marinhos mortos, como pinguins, focas e baleias, que chegam às praias da região.

Caso algum animal marinho seja encontrado debilitado na região de Cananéia,

Iguape e Ilha Comprida, o instituto pode ser acionado pelos telefones

(13) 3851-1779, 0800 642 33 41 ou pelo WhatsApp (13) 99691-7851.

 

 

Fonte: Proj de Monito de Praias da Bacia de Santos e IPeC
 

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