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Uso da maconha terá consulta pública no Brasil para aperfeiçoar regulamento

Uso da maconha terá consulta pública no Brasil para aperfeiçoar regulamento
[foto] - Sugestões para o uso da maconha como medicina, serão levantadas pela ANVISA.

27-03-2025 15:50:34
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Uso de produtos derivados da maconha ou cannabis , será submetido a consulta pública que será anunciada nos próximos dias. Interesse é "revisar" o regulamento existente. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), colocará um endereço na internet, para que interessados se manifestem oferecendo sugestões e críticas, no prazo de 60 dias. Assuntos que interessa melhorar são sobre publicidade, validade, qualidade da fabricação, rotulagem e autorização para a produção e comércio.

 


 

Entre as atualizações em planejamento estão algumas relacionadas a questões como atendimento às boas práticas de fabricação, vias de administração, publicidade de produtos, validade da autorização sanitária, prescrição, dispensação, importação de insumos para produção nacional, rotulagem, entre outros.

Rômison Rodrigues Mota, relator da matéria no Conselho da Agência, observa que a regularização é o único caminho possível para a “comprovação da qualidade mínima” necessária aos produtos de cannabis.

“No Brasil, os produtos contendo derivados de cannabis podem ser regularizados em duas categorias distintas: como medicamento, seguindo as normas de comprovação de eficácia e segurança de medicamentos, ou como produto de cannabis, que têm um processo simplificado. Existe hoje, no País, apenas um medicamento de cannabis aprovado e 36 produtos de cannabis regularizados”, diz a nota da Anvisa.

Produtos derivados da cannabis são regulamentados pela Resolução da Diretoria Colegiada 327/2019 – regramento que define as regras para que esses produtos possam ser autorizados no país e vendidos no varejo farmacêutico.

Foi também aprovado a abertura de um processo regulatório para revisar a Resolução RDC 660/2022, que trata da importação excepcional de produtos de cannabis para uso pessoal.

 

 

Fonte: ANVISA, Assessoria de Impensa
 

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