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Por ajuda, Santas Casas montam cemitério de 1800 cruzes em Brasília

 

Por ajuda, Santas Casas montam cemitério de 1800 cruzes em Brasília
18-05-2022 20:51:49 (82 acessos)
Um cemitério com 1800 cruzes foi implantado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em ato protagonizado pela Confederação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB). É o apelo de 1.824 unidades hospitalares do Brasil, entidades que atendem maior parte dos doentes pelos estados. Dirigentes se dizem cansados de promessas que nunca liberam recursos suficientes para sanar dívidas que chegam a R$ 25 bilhões. Mas o protesto pede liberação de R$ 17,2 bilhões por ano.

 

Santa Casa é um nome presente em todos os lugares do País, amado pelos brasileiros;

para onde convergem as pessoas humildes, sem planos de saúde. Recebem atenção

de filantropia e curam em nome do SUS, mas estão mergulahadas em dívidas há muito.

Esta imagem é um protesto com o mesmo objetivo, em 2015: pedir

recursos para continuar atendendo os pácientes. 

 

CMB justifica as cruzes na Esplanada dos Ministérios, como protesto contra as dificuldades pelas quais passam as associadas. Segundo a entidade, o ato representa um pedido de socorro a deputados e senadores, em especial com relação à situação financeira “crítica”, que pode ser agravada caso não se encontre uma solução legislativa.

De acordo com a CMB, o ato simbólico representa os 1.824 hospitais filantrópicos brasileiros, para “expressar o mais profundo sentimento de todos aqueles que fazem a gestão destas instituições e travam a luta diária para manterem as portas abertas da assistência à saúde aos brasileiros”, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mirocles Véras, presidente da Confederação, diz que o setor vem sendo ignorado

e a situação pode provocar a desassistência em várias regiões do País. “Os

filantrópicos representam a maior rede hospitalar do SUS, mesmo

acumulando décadas de subfinanciamento, assumindo dívidas para bancar

uma conta que não é sua, mas do sistema, tudo para não deixar de assistir aos brasileiros”.

A CMB pede que seja viabilizada a alocação de recursos “na ordem de R$ 17,2 bilhões, anualmente, em caráter urgentíssimo, como única alternativa de assunção das obrigações trabalhistas decorrentes do Projeto de Lei nº  2564/2020 que institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras, já aprovado, assim como para a imprescindível adequação ao equilíbrio econômico e financeiro no relacionamento com o SUS”.

 

Fonte: CMB
 

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