Esse é um evento anuial da CNA que estimula os produtores artesanais. Em 2026, ainda houve destaque para a “Cachaça Durvalina,” fabricada por João Alves, de Minas Gerais. Promotores não revelaram os locais e nem o valor dos prêmios concedidos aos ganhadores.
Foram 115 os concorrentes ao prêmio de melhor doce de leite; e, 85 para melhor azeite. Participaram produtores de 6 estados. E conribuiram para a escolha, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e a Universidade Federal de Viçosa (UFV).
Brasil Arftesanal estimula a "capacidade produtiva de pequenos produtores, além da diversidade da produção artesanal brasileira."
Verja o que diz Gedeão Pereira, vice-presidente da CNA: “Essa casa trabalha para valorizar esses produtos e ampliar o acesso aos mercados nacional e internacional. O Brasil já é uma potência mundial no agronegócio e iniciativas como essa ajudam a levar a qualidade e a excelência dos produtos brasileiros cada vez mais longe.”
Margarete Coelho, diretora de administração e finanças do Sebrae Nacional fala assim: “Esses produtos contam a história da nossa gente e refletem a diversidade cultural que torna o Brasil tão rico e inovador.”
Na categoria de “Doce de Leite Pastoso,” o primeiro lugar ficou com o “Doce Dona Marlene”, produzido em Minas Gerais, por Raphaela de Sena
Com o "Doce de Leite em Barra," a premiação foi para Alferes do Tacho, também de Minas Gerais, representado por Leonardo d e Souza Chagas.
No grupo dos azeites blends, o primeiro lugar ficou com Herbert Silva Sales, do “Azeite Mantikir Summit Premium”, de São Paulo.
Já na categoria dos monovarietais, a primeira colocação foi conquistada pelo produtor do “Azeite Alto das Oliveiras”, José Martins de Siqueira Filho, de Minas Gerais.
Fonte: CNA, Assessoria de Comunicação
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