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Azeites falsificados devem ser investigados e proibidos no Brasil


03-09-2026 02:11:34
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Nem começou a proibição de exportação de produtos de origem animal para a Europa, e o Brasil já ensaia contraataques ao sistema de produção da Europa. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pediu ao Ministério da Agricultura e Pecuária a investigação sobre os azeites de oliva importados e comercializados no Brasil, com foco nos padrões de identidade, qualidade e classificação dos produtos, de acordo com a legislação nacional. O quje é falso será proibido.  

 


Quer a Confederaação que sejam apuradas possíveis divergências entre a classificação declarada no momento da importação e as características constatadas nos produtos vendidos no País, especialmente aqueles apresentados como extravirgens. 

No documento assinado pelo presidente João Martins, a entidade explica que eventuais diferenças podem comprometer a qualidade e a adequada informação ao consumidor, além de gerar distorções concorrenciais e possíveis repercussões tributárias nas operações de importação. 

A Confederação ressalta que o pedido de investigação é fundamental para assegurar condições de concorrência leal aos produtores brasileiros de azeite, que têm investido em tecnologia, qualidade e processamento para consolidar a competitividade da cadeia produtiva nacional da oliva. 

“A entrada de produtos que não correspondam à classificação declarada pode conferir vantagem indevida aos importadores e comprometer a valorização da produção nacional”, diz o Presidente.  

 Diante das preocupações apresentadas, a CNA pediu ao Mapa as análises

e verificações necessárias quanto à qualidade, identidade e correta

classificação dos azeites importados. Caso sejam constatadas

irregularidades, a entidade pede a adoção de providências

cabíveis, inclusive o encaminhamento aos órgãos competentes

para eventual apuração de infrações tributárias ou aduaneiras. 

Por fim, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil defende que a fiscalização rigorosa desses produtos é indispensável para proteger o consumidor, assegurara concorrência leal e fortalecer a produção brasileira de azeite de oliva. 

 

 

Fonte: CNA, Assessoria de Comuinicação
 

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