Principais mudanças da Reforma Tributária sobre o Consumo e os impactos para o produtor rural, incluindo cartilha, vídeo explicativo e um material feito com “perguntas e respostas,” podem ser consultadas aqui:
Confira a cartilha no link:
https://cnabrasil.org.br/publicacoes/reforma-tributaria-entenda-os-impactos-para-o-produtor-rural
Assista ao vídeo no Youtube:
https://youtube.com/shorts/BPdLY2wpYHI
Veja o "Perguntas e Respostas":
https://cnabrasil.org.br/noticias/reforma-tributaria-cna-explica-os-impactos-para-os-produtores
Esses conteúdos apresentam as mudanças do novo sistema tributário e esclarecem dúvidas sobre o que muda na prática para o produtor. Há modificação do sistema anterior, principalmente em relação à emissão de notas fiscais, quem estará integrado ao novo regime, como vai funcionar o tratamento diferenciado do agro, os descontos para o setor, entre outras questões.
A CNA explica que a transição da Reforma Tributária ocorrerá de
forma gradual entre 2027 e 2032, período em que haverá a
substituição progressiva dos tributos atuais
pelo novo modelo de tributação sobre o consumo.
Prepare-se parta 2027
Nesse contexto, 2026 será um importante período de preparação e adaptação para produtores, empresas e contribuintes, especialmente em relação à organização fiscal, adequação de sistemas, revisão de operações e compreensão das novas regras que passarão a vigorar ao longo da transição.
Segundo a CNA, o novo sistema adota a tributação no destino; a não cumulatividade; o crédito amplo e a legislação nacional unificada para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
Na cartilha, por exemplo, a CNA explica que a reforma foi construída ao longo de anos de debates técnicos e negociações políticas. Avanços na implantação, serão feitos gradualmente até a consolidação do novo modelo; e, as mudanças trazem progressos, especialmente no tratamento de insumos, serviços e diferimento.
Apesar das alterações, a CNA ressalta que a ReformaTributária não altera
imediatamente a carga em 2026, não elimina as obrigações acessórias
e não dispensa a organização fiscal. No entanto, altera profundamente
a lógica de tributação no consumo. Nesse sentido, informação e
planejamento são os melhores aliadospara atravessar as mudanças da reforma.
Fonte: CNA, Assessoria de Comunicação
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