
Pellegrino tem a missão de organizar e executar o Campeonato Mundial. Foi capitã da seleção brasileira, vice-campeã mundial de 2007 e medalhista olímpica em Atenas 2004. Vai atuar como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo FIFA 2027.
Ela destaca o poder da mudança cultural pelo Mundial feminino; e, tem a certeza que dará mais visibilidade ao futebol praticado pelas mulheres.
"Nesse momento de reconhecimento do espaço da mulher na sociedade, a Copa dará contribuição para sermos uma sociedade mais igualitária. Acho que o futebol tem esse poder de mudança, de transformação. Então, acredito que um um grande legado cultural, pode acontecer. Tem potencial muito grande para levar essas histórias, mudar a cultura, contribuir para que meninas e meninos começem a praticar esse futebol junto desde sempre, entender que isso não é um problema, porque não é um problema. Que essa Copa possa vir e gerar muitas mudanças no nosso Brasil enquanto sociedade."
E para as que já estão em campo seguindo os passos de atletas como Aline Pellegrino, a certeza é que o Mundial de 2027 dará mais visibilidade ao futebol feminino. Essa é a confiança da atleta do time Republicanas de Brasília, Myllene D'Arc, de 34 anos.
"Eu sempre vi os meninos jogando e aí acabei jogando com eles e me apaixonei pelo esporte. A minha expectativa para a Copa do Mundo Feminina é que vai dar muito mais visibilidade, né, para as mulheres, de mostrar que futebol não é só para homem, né? É para mulher também e a gente pode fazer o que quiser, o esporte que quiser, porque somos empoderadas."
Fonte: CBF e Agência Brasil
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