Há muito os alertas se multiplicam nos meios de comunicação. Governos projetam obras de novas ferrovias, que não acontecem. Quando era ministro dos transportes, o atual governador de São Paulo chegou anunciar R$ 225 bilhões em investimentos para construir vias férreas destinadas a interligar o Brasil até o Porto de Santos.
Construir caminhos ferroviários para gradativamente transferir para os trens a tarefa de entregar as cargas no destino, de modo seguro. Essa é a proposta que se repete há anos. Mas o interesse final é evitar o sacrifício de tantas vidas, como de 9 jovens atletas esmagados por super caminhão, na BR-276, descendo a Serra do Mar no lado paranaense. Mas as tragédias se multiplicam e parece não tocar corações de administradores públicos e investidores.
Pelo que se sabe, o Brasil suspendeu autorizações para construir novas ferrovias. Se os projetos existentes forem executados, as ferrovias poderão duplicar a capacidade de transporte, sobretudo de grãos, para os portos que exportam. Se isso acontecer, o custo Brasil deverá ser reduzido mais de 50%.
Para o País ter novas ferrovias, basta vontade em fazer. Enquanto não se faz, os prejuízos se agravam. A hora de fazer já passou! Imagine que o Paraná, por exemplo, tem um traçado de ferrovia que já recebeu até os primeiros movimentos de terraplenagem, na região de São José dos Pinhais! E há outros exemplos que exigem decisão, além de respeito ao ser humano que circula nas rodovias para fazer turismo e negócios; e, com frequência se vê interrompido.
Destinos de Santa Catarina, para citar mais um caso, se tornam inviáveis devido aos congestionamentos diuturnos pela capacidade rodoviária esgotada e não raro, por tragédias entre veículos automotores.
Difícil é executar a transformação, mas é um dever que exige decisão e muito dinheiro. Começar quanto antes é inteligente; cada governante precisa contribuir e participar com os empreendedores. Urgente é preciso retirar os veículos pesados das rodovias e transportar a economia em trens.
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Uma mudança urgente! Ainda mais com as mudanças climáticas.