Alexander Wilhelm Armin Kellner nasceu em Vaduz, capital de Liechtenstein.
É um paleontólogo teuto-brasileiro e austro-brasileiro, especialista no campo de estudo dos pterossauros e membro da Academia Brasileira de Ciências.
Em 7 de fevereiro de 2018 tomou posse
como diretor do Museu Nacional, no Rio de
Janeiro, onde ingressou em 1997.[1]
Filho de pai alemão e mãe austríaca,[2] mudou-se com os pais para o Brasil ainda criança, onde foi naturalizado.[2] Estudou na escola bilíngue Corcovado e em 1981 ingressou em geologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).[3] Ainda estudante, se envolveu na pesquisa de vertebrados fósseis, especialmente exemplares de pterossauros da Formação Santana, a partir da qual publicou muitos artigos no final dos anos 1980.[1][2]
Em 1991, defendeu o mestrado em ciências pela UFRJ e em 1994 um mestrado em filosofia. Defendeu o doutorado em 1996 pela Universidade Columbia, em conjunto com o Museu Americano de História Natural, com a tese Description of New Material of Tapejaridae and Anhangueridae (Pterosauria, Pterodactyloidea) and Discussion on Pterosaur Phylogeny.
Tornou-se professor do Museu Nacional em 1997 onde foi chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia (DGP/MN), coordenador do Programa de Pós-Graduação em Zoologia (PPGZoo/MN), membro da Congregação como representante eleito de professores Assistentes, Adjuntos e Associados.[1][3] Atualmente é professor titular e diretor da instituição, eleito para o quadriênio de 2018/2021.[4]
Não há Comentários para este aniversário
Comente a matéria:Aviso: Todo e qualquer comentário publicado na Internet através do Noticiario, não reflete a opinião deste Portal.