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Beethoven segue com prestígio incomum, apesar dos 200 anos da morte

Beethoven segue com prestígio incomum, apesar dos 200 anos da morte
[foto] - Maestro João Carlos Martins regente da 9ª Sinfonia de Beethoven. Foto Revista Concerto, Ale Catan

03-08-2026 13:48:27
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Ludwig van Beethoven continuia um dos mais celebrados músicos e compositores, apesar dos 200 anos da morte em 1827. Em qualquer lugar o som das sinfonias que criou, reverberam com entusiasmo do clássico à manifestação pop e tecno. Ao aproximar-se a comemoração, pelo mundo as programações incluem concertos e na Casa de Beethoven, em Bonn (Alemanhã), haverá uma exposição com acervo histórico. No Brasil não é diferente. Orquestra Bacchiana executa a 9ª Sinfonia, dia 4 de agosto, na Sala São Paulo.

 


Neste dia 4 de agosto de 2026, a Orquestra Bachiana Filarmônica Sesi-SP, a Orquestra Bachiana Jovem Sesi-SP, a Orquestra Bachiana Senior Sesi-SP e o Coral Uniopera interpretam a Sinfonia nº 9 de Beethoven, na Sala São Paulo. Além da regência de João Carlos Martins, a orquestra conta com a participação conjunta do maestro Edson Beltrami.

Sinfonia nº 9 de Beethoven foi composta entre 1822 e 1823,m mas fez estreia em 1824. Uma das mais famosas gravações foi com o maestro Herbert von Karajan, sobre a Orquestra Filarmônica de Berlim. Um dos principais movimentos é o coro com os solistas que interpretam os versos  do poema Ode à Alegria, de Friedrich Schiller.

Na apresentação de São Paulo também haverá esta parte com o  Coral Uniopera.

(Texto da Revista Concerto)

Mostra abre em setembro em homenagem

aos 200 anos da morte de Beethoven

e aos 40 anos da morte de Warhol

O Museu Beethoven-Haus Bonn, na Alemanha, apresentará, entre 9 de setembro de 2026 e 5 de abril de 2027, a exposição Beethoven by Warhol, que investiga a história da criação dos célebres retratos de Ludwig van Beethoven produzidos por Andy Warhol em 1987. A mostra integra as celebrações pelos 200 anos da morte de Beethoven, lembrados em 2027, coincidindo também com os 40 anos da morte de Warhol.

Resultado de uma extensa pesquisa, a exposição acompanha o processo criativo que levou à realização da série BEETHOVEN, uma das últimas produzidas pelo artista norte-americano antes de sua morte, em fevereiro de 1987. Segundo o Beethoven-Haus, o conjunto tornou-se uma das imagens mais conhecidas da iconografia moderna do compositor.

A mostra reunirá mais de 100 obras e documentos provenientes de coleções da Alemanha e de outros países. Entre os destaques estão estudos inéditos de Warhol sobre papel e tela, provas de impressão, fotografias, cartazes, convites e outros materiais de arquivo relacionados à criação da série. Também serão exibidos o célebre retrato de Beethoven pintado por Joseph Karl Stieler, que serviu de base para a interpretação de Warhol, e o manuscrito autógrafo da chamada Sonata ao Luar, ambos pertencentes ao acervo do Beethoven-Haus.

Outro núcleo da exposição abordará as capas de discos criadas por Warhol e sua relação com o galerista de Bonn Hermann Wünsche, responsável por trazer o artista diversas vezes à Renânia a partir da década de 1970. Foi ele quem apresentou ao público alemão os retratos de Beethoven, em 1989, durante as comemorações pelos dois mil anos da cidade de Bonn.

A exposição pretende lançar uma nova perspectiva sobre o diálogo entre a pop art e a tradição da música clássica, além de destacar o papel de Bonn na trajetória da série. Para Wolfram Weimer, ministro de Estado da Cultura e Mídia da Alemanha, a mostra representa “uma excelente abertura para o Ano Beethoven de 2027”. Segundo ele, Warhol “captou de forma brilhante o fascínio mundial exercido por Beethoven em seu retrato icônico”.

 

 

Fonte: N e Revista Concerto
 

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