
Presidente da CNA admite que já há relato de mortalidade de animais em alguns estados, os quais não foram declinados. “A indisponibilidade desses produtos aumenta o risco sanitário dos rebanhos," fala João Martins.
Perigo aos rebanhos brasileiros foi relatado pelas federações de agricultura e pecuária de todas as regiões do País. E os dados foram repassados ao ministro da Agricultura, André de Paula.
Esse desabastecimento de imunizantes está ocorrendo por vários fatores, mas o principal foi que saiu do mercado nacional, uma das empresas farmacêuticas que atendiam os consumidores. Oferta foi reduzida, confirma o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (SINDAN).
Informa o dirigente da Confederação que existe possibilidade do aumento da produção ainda em maio de 2026, o que anima os produtores.
À espera de medidas
Produtores e Confederação esperam por esclarecimentos sobre medidas do Ministério, bem como ações emergenciais para restabelecer a produção e o abastecimento dos imunobiológicos. Com essas informações do MAPA, irão gerenciar a distribuição das vacinas em estoque, entre os estados.
A CNA propõe, ainda, maior articulação institucional para agilizar registros e ampliar a entrada de novos fornecedores e produtos no mercado.
“Estamos à disposição para colaborar tecnicamente
com o Ministério na construção de soluções que
assegurem a proteção sanitária e a sustentabilidade
da pecuária brasileira”, conclui a CNA no ofício.
Na EXPOZEBU (semana de 25 de abril a 2 de maio), a Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte discutiu o tema e propôs medidas voltadas para o reabastecimento das vacinas no Brasil.
Fonte: CNA, Assessoria de Comunicação
Não há Comentários para esta notícia
Aviso: Todo e qualquer comentário publicado na Internet através do Noticiario, não reflete a opinião deste Portal.