Reconhecimeneto do vínculo afetivo entre tutores e animais de estimação, foi a invocação adotada pelos deputados paulistas, para aprovare o requerimento. Mas o assunto gerou muita discussão e por isso ficou em pauta por mais de 10 anos.

Projeto de Lei foi aprfesentado tendo como exemplo o caso de um cão que viveu por 10 anos em um cemitério em Taboão da Serra e, quando morreu, teve o enterro autorizado junto da tutora.
Caberá aos serviços funerários de cada município, estabelecer regras para o sepultamento dos animais. As despesas serão de responsabilidade da família dona do jazigo ou da sepultura.
No caso de cemitérios particulares, a legislação permite a definição de regras próprias para o sepultamento de cães e gatos, desde que observadas as normas legais vigentes.
Fonte: Governo de São Paulo e ALESP
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