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Brasil define R$ 3,3 bilhões para explorar petróleo e gás em 2022

 

Brasil define R$ 3,3 bilhões para explorar petróleo e gás em 2022
[foto] - ANP faz esforço para divulgar sobre petróleo e gás
22-06-2022 19:56:47 (46 acessos)
Brasil tem previstos R$ 3,3 bilhões para investimentos em atividades exploratórias de petróleo e gás, em 2022. Informação foi confirmada pelo diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Fernando Moura, citando dados do Relatório Anual apresentado no 2º Seminário Instrumentos de Divulgação de Informações sobre Exploração de Petróleo e Gás Natural. Há um esforço do Governo Federal e da própria Agência, em aumentar a exploração de combustíveis.

 

 Investimentos previstos pela Agência na fase de exploração de petróleo e gás, envolvendo atividades de blocos sob contrato, totalizam R$ 3,366 bilhões, dos quais R$ 2,625 bilhões serão investidos em 30 poços exploratórios, R$ 184 milhões em levantamentos geofísicos e R$ 557 milhões em atividades acessórias.

Relatório Anual de Exploração 2021 e no Painel Dinâmico da Fase de Exploração, tentam incrementar a "divulgação" das atividades exploratórias, mas o sistema esbarra em dificuldades diversas.  Mas o esforço do evento, conseguiu indicar que o Brasil aumentou para 22 (crescimento de  38%) o número de poços de petróleo perfurados em 2021. Em 2020 foram perfurados 16.

"Não interessa à Agência e ao País que contratos sejam extintos, investimentos compromissados cancelados e empregos, perdidos." 

Para estimular soluções mais construtivas, a ANP abriu novo prazo para o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). E o resultado foi um valor da ordem de R$ 1.889.499.425,97, que será investido em bens e serviços da indústria nacional. Esse total supera os valores das multas que seriam aplicadas. As multas tiveram origem em 41 autos de infração relacionados com 52 contratos de E&P, contemplando 24 empresas, em consórcio ou individualmente.

Talvez por essa estratégia, o número de blocos sob contrato manteve-se estável, totalizando 246 tanto no final de 2020 quanto no final de 2021. Entre 2016 e 2021, foram efetivadas 27 declarações de comercialidade, com destaque para as 10 na Bacia do Recôncavo e as outras 7 na Bacia de Santos. Em 2021, foram obtidas três declarações de comercialidade, sendo 1 na Bacia do Parnaíba e 2 na Bacia do Recôncavo. 

No final de 2021, havia no Brasil 39 empresas operadoras, sendo a Petrobras a companhia com maior quantitativo de blocos sob contrato (68) e a única a atuar em ambientes marítimo e terrestre. Do total de 246 blocos sob contrato na fase de exploração em bacias sedimentares, 57 se achavam em situação de suspensão no final de 2021.

A especialista em Regulação da SEP, Rosana de Rezende Andrade, observou que a partir de 2018, quando houve registro de 334 blocos sob contrato assinados, ocorreu tendência declinante de contratos, influenciada em 2020 pela pandemia do novo coronavírus. Dos 246 blocos sob contrato no final de 2021, 138 eram em marítimos e 108 terrestres.

No final de 2021, a área exploratória sob contrato atingia 188 mil quilômetros quadrados (km²), correspondendo a 2,6% das bacias sedimentares brasileiras, aponta o relatório. O Painel Dinâmico da Fase de Exploração, atualizado pela ANP em abril, incluindo dados históricos a partir de 1998, informa que existem, atualmente, 240 blocos sob contrato, em área de 192,6 mil km².

 

Fonte: ANP
 

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