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Socorro aos imigrantes e coronavírus, inibem crescimento da Alemanha

 

Coronavirus e imigrantes inibem PIB da Alemanha. No historico aeroporto Tempelhof, 2 mil refugiados.
23-08-2021 11:49:15 (216 acessos)
Apesar dos analistas considerarem que a infecção do coronavírus vai limitar a 3,7% o crescimento da Alemanha em 2021, há ainda outro motivo. O País foi o mais generoso no atendimento aos refugiados, destinando apoio até após o auge da crise. Piora no quadro já é admitida até pelo BundsBank, quando chegar o tempo de outono. Segmento de turismo, uma das principais fontes de renda, continua limitado, a despeito da ajuda do Banco Europeu de Desenvolvimento e Organização Internacional de Turismo

Há expectativa de que a vacinação da população alemã, alcance plenitude. Por enquanto os níveis ainda deixam a desejar, mas autoridades sanitárias restão confiantes do cumprimento de metas até o início do tempo frio. Economistas indicam que a imunização é determinante para o desenvolvimento da economia. Essa verdade é bem simples e certa. 

Sistemas de saúde esperam quye as chamadas "variantes" não vinguem, pois ao contrário, pressagiam tempos difíceis para comércio e serviços. Indicação é do BundesBank, equivalente ao Banco Central americano e brasileiro. Há um documento (210823) a respeito, assinado pelos técnicos. Mas a previsão para 2021 não é boa e para 2022, fica em crescimento de 5,2%.

Alemanha ainda deve ter registrado uma expansão robusta durante os meses de verão do Hemisfério Norte, com serviços se beneficiando da flexibilização das restrições da pandemia conforme o número de infecções diminuía, impulsionando a receita do setor de turismo.

Embora algumas restrições possam ser reintroduzidas no outono caso as infecções continuem aumentando, é improvável que sejam tão rígidas quanto em 2020, dado o progresso do País na vacinação da população. Isso é o que indica o Bundesbank.

Mas queda no ritmo das vacinações representa um risco e os indicadores de sentimento apontam para preocupação maior, já que a Europa enfrenta a variante Delta da covid-19, que é mais infecciosa.

"A variante Delta e um declínio na dinâmica da vacinação podem levar a medidas de proteção mais rígidas novamente", acrescentou o Bundesbank. "Isso colocaria uma pressão maior sobre a economia no trimestre do outono."

 

Fonte: BundesBank
 

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