James Levine, maestro
Aniversariante de 23/Junho

James Lawrence Levine é natural de Cincinnati, Ohio, EUA.

Trata-se de consagrado maestro e pianista estadunidense. Atual diretor musical do Metropolitan Opera e da Orquestra Sinfônica de Boston.

Metropolitan Opera

Levine sua estreia no Metropolitan Opera House em Junho de 1971, em uma performance de Tosca. Seu sucesso conduziu a novas aparições e foi nomeado como maestro principal em 1973. Se tornou Diretor Musical em 1976. Em 1983 serviu como maestro e diretor musical para Franco Zeffirelli na adaptação de La Traviata, com a participação da orquestra e coro do Met. Ele se tornou o Primeiro Diretor Artístico em 1986 e renunciou o cargo em 2004.

Sob seu comando, a orquestra do Metropolitan Opera e o coro se tornaram um dos conjuntos operísticos mais conhecidos do mundo, tendo concertos regulares do Cargenie Hall. O Diretor Geral do Met, Peter Geld enfatizou que James Levine será sempre bem-vindo como diretor musical da casa, só depende dele. Seu contrato vai até o fim de 2011.

Levine fez numerosas apresentações de obras consagradas, como por exemplo: as obras de Mozart, Verdi, Wagner, Richard Strauss, Rossini, Schoenberg, Stravinsky, Weill, Debussy, Berg e Gershwin. No seu aniversário de 25 anos de Met, Levine conduziu a première mundial de The Great Gatsby, de John Harbison.

Levine conduz o Metropolitan em muitas turnês nacionais e internacionais. Muitas performances da companhia são televisionadas e algumas viram produções cinematográficas.

Orquestra Sinfônica de Boston

A primeira vez que Levine conduziu a Orquestra Sinfônica de Boston foi em Abril de 1972. Em outubro de 2001, Levine foi nomeado o diretor musical da Orquestra, efetivado na temporada 2004-2005, com um contrato inicial de 5 anos, tornando-se assim, o primeiro estadunidense a comandar a orquestra. Agora ele divide seu tempo entre Nova Iorque e Boston, conduzindo a maior casa de ópera dos EUA e uma das maiores orquestras. Na Europa, Herbert von Karajan fez algo similar, como maestro da Filarmônica de Berlim e diretor da Ópera Estatal de Viena.

A única condição que Levine negociou foi sobre a flexibilidade no tempo para os ensaios, graças a isso a orquestra tem um tempo adicional para se preparar. Desde o início do seu contrato, a orquestra criou um "Fundo de Iniciativo Artístico" de aproximadamente 100 milhões de reais, para financiar os projetos mais caros de Levine. A única reclamação sobre Levine é que ele não comparece a audições para novos músicos.

Em 2005, durante a primeira temporada como diretor musical, graças as peças não familiares e contemporâneas, Levine ficou estressado e teve discussões com alguns músicos e o repertório teve algumas mudanças.

O contrato de Levine vai até 2012. Em Abril de 2010 ele teve problemas de saúde e por esse motivo, Levine não oficializou se vai ou não permanecer a frente da orquestra por um maior período de tempo.

Na Europa

Seu contrato com a Sinfônica de Boston traz limites sobre apresentações com orquestras estadunidenses, mas Levine conduz regularmente na Europa, com a Filarmônica de Viena, Filarmônica de Berlim e em festivais, como o Festival de Bayreuth, Festival de Salzburgo e o Festival de Verbier que ocorre anualmente em Julho. Levine também apresenta-se regularmente com a Orquestra Philharmonia de Londres e a Orquestra Estatal de Dresden. De 1999 até 2004 foi Maestro Chefe da Orquestra Filarmônica de Munique. Também faz apresentações com orquestras de câmara e pianista em recitais de Lieder.

Desde 2005 Levine é o Diretor Musical do Centro Musical de Tanglewood, uma academia de verão da Orquestra Sinfônica de Boston.

 
 
 

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