13/06/2016 (13:12)

Torres de telefonia não fazem mal à saúde e devem se multiplicar

Foi superada a ideia de que as torres de alta tensão e de telefonia são causadoras de doenças graves bem como o câncer. Votação desfez essa crença entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Agora os empreendedores já se preparam para continuar os investimentos. Há uma ofensiva no sentido de implantar novas unidades no País.

 

Primeira reação foi desencxadeada no sentido de estimular as prefeituras, que são as responsáveis pela autorização do uso do solo e regulamentar a construção e funcionamento das torres de transmissão de telefonia e de energia. Industriais já argumentam que a lei manda decidir em 60 dias sobre os pedidos, mas essa norma não é cumprida. Liberações passam por muita burocracia, as quasis precisam ser contidas, no entender dos investidores.

ABDIB, Associação Brasileira das Indústrias de Base, expediu alguns comunicados sobre o tema. Uma dessas indicações, mostram que a falta de entendimento entre prefeituras e câmaras municipais com operadoras e empresas proprietárias de torres de telefonia celular está se refletindo negativamente sobre a qualidade dos serviços.

As companhias reclamam que as legislações são inflexíveis, o que dificulta a obtenção de licença para implantar os equipamentos. Com isso, cresce o déficit de infraestrutura, apesar de as gestoras de torres dizerem que não falta dinheiro para investir. Só na cidade de São Paulo, seria necessário o triplo de torres e 50% a mais de antenas.

 

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