16/03/2016 (23:53)

Povo está nas ruas do Brasil contra o Governo e ex-presidente

Nomeação do ex-presidente da República, Inácio Lula, para cargo mais importante na estrutura administrativa, ministro da Casa Civil; gerou protestos em todo o Brasil. Sem convocação prévia ou qualquer apelo, milhares de pessoas estão nas ruas pedindo a renúncia da presidente Dilma Rousseff. País enfrenta grave inflação e crise econômica.

 

Populares chegaram às portas do Palácio em Brasília, pouco antes de anoitecer e foram contidos por soldados fortemente armados, para evitar que invadissem, pedindo aos gritos "fora Dilma". Maior parte dos governantes, políticos e administradores públicos, bem como responsáveis pelas maiores empresas de construção, respondem processos na Justiça Federal ou estão presos. O próprio Inácio Lula é acusado de malversações do dinheiro público e de aproveitamento de relações com empresários, para enriquecer.

Vários pedidos de impeachment da Presidente, estão em vias de ser julgados em tribunais superiores (Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral). Justamente por estar implicado nas investigações é que o ex-presidente conseguiu da atual dirigente, uma nomeação para ser ministro. Assim acredita que vai safar-se das sentenças do juiz Sérgio Moro, atual herói dos brasileiros. Logo que foi anunciada a nomeaçã de Inácio Lula, o povo já correu para o local onde o juiz trabalha significando a proteção popular, porque corre risco de sofrer atentados de ordem física e moral.

Foi o juiz que liberou trechos de conversas telefônicas entre a Presidente e o ex, poucas horas antes da fatídica nomeaçãop para o ministério civil, em Brasília. Ambos dialogavam para assinar o termo de posse caso a polícia chegasse para prender o ex-presidente. Nessas conversas, apareceram tendenciosas implicações de envolvimento até de ministra do STF. Com essa estratégia o juiz Moro prestou um serviço aos ministros da maior corte de justiça brasileira, mostrando como os governantes tentavam influenciar ou cooptar gente importante para evitar os processos cujo final é a prisão e encarceramento.

 

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