03/03/2016 (21:32)

Perseverar nos ajustes macroeconômicos, recomenda presidente do BC

Números cada vez mais negativos da economia e especialmente os consolidados sobre o PIB (Produto Interno Bruto) de 2015, mereceram análise do presidente do Banco Central do Brasil (BC), Alexandre Tombini. Dados do IBGE sobre Contas Nacionais, mostraram que a atividade econômica do País caiu 3,8% e foi o pior no último quarto de século.

 

A contração da atividade econômica, segundo o Banco Central, é reflexo, entre outros fatores, das incertezas prevalecentes nas economias doméstica e internacional. Alguns dados retratam o que diz o dirigente do BC. A indústria regrediu 6,2%; área de serviços 2,8%; investimentos nada menos que 14,1%. Único segmento que foi positivo é o de exportação com mais de 6%, influenciado pela valorização do Dólar.

Pior indicador da economia, porque está sob a pressão da taxa elevada de juros, é o da díovida pública. Em poucos meses esse espantoso endividamento est5á batendo na casa dos R$ 3 bilhões. E a inflação indficada pelo organismo oficial, supera os 11%. Mas a inflação sentida nos lares é superior aos 20%, desencadeada pela alta de alimentos, energia, combustíveis e produtos do primeiro consumo.

Esté foi o comentário de Tombini sobre os números do PIB: 

"Numa visão prospectiva, a continuidade da evolução desfavorável da atividade neste ano torna mais prementes a perseverança nos ajustes macroeconômicos em curso e a necessidade de avanços nas reformas estruturais, fatores que tendem a construir bases mais sólidas para a retomada da confiança e do crescimento econômico".

 

 

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