27/12/2018 (15:11)

Sol em excesso e sem proteção causa câncer, mas é fácil prevenir.

Medidas simples a quem vai tomar sol no litoral ou em férias de verão, podem evitar doenças graves como o câncer de pele. Primeiro não se deve tomar sol entre 10 e 16 horas, quando raios UV (ultra violeta) são intensos e prejudiciais. Saindo ou não de casa, tem que usar protetor solar com fator superior a 30, chapéus, bonés e roupas de algodão.

 

Para a dermatologista de Curitiba, Cyntia Christtinne de Araujo

Santos Nigro, as medidas preventivas são simples, mas necessitam,

de muita disciplina por parte das pessoas, especialmente quanto

aos cuidados com as crianças. Caso dos bloqueadores é prevenção

qualificada cientificamente em estudos da Academia Americana de Dermatologia.

Médica tem preocupação com os costumes que não levam em consideração os asconselhamentos de profissionais especializados. "Não há remédio caseiro que seja eficiente para evitar a ação negativa dos raios solares. Não use medicamento por conta própria e nem seja induzido pela conversa de leigois".

Cyntia Nigro desmistifica afirmação de que o aquecimento global é causa de câncer de pele. "Não é verdadeiro". Com a camada de ozônio íntegra, a radiação UV é filtrada e a ação do "efeito estufa" é resultante da poluição da atmosfera terrestre.

Recomendações da dermatologista

Para enfrentar o verão e o sol

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Novidade no meio da Medicina dermatológica não há. Recomendação básica é passar protetor solar no mínimo fator 30 a cada 3, 4 horas. Cada vez que transpirar ou for na água mesmo que não seja muito, tem que reaplicar.

Uma novidade que não é muito nova (há 4 anos), é o uso de

protetores orais. Substâncias que o paciente toma de manhã

e na hora do almoço. São substâncias antioxidantes como o polipodioleucotomus,

do caramujo. Sozinho não funciona, tem que usar o protetor.

Índice de câncer está aumentando. As pessoas ainda se expõem ao sol sem usar protetor solar. Falta de consciência. A radiação solar passa pela nuvem e tem que usar o ano todo. E o paciente tem o habito de usar só quando vai à praia. A radiação é acumulativa e o sol que vai tomando durante a vida, vai potencializando até chegar ao câncer. Tem que passar protetor diariameente, mesmo que esteja chovendo, inverno. À noite não precisa se preocupar.

No verão, pacientes propensos à mancha, mais sensíveis ao sol, associa o foto protetor oral ao protetor solar.

A gente recomenda essa medida, a pessoas que têm histórico familiar de câncer de pele, alergia ao sol, manchas.

Nutrição no tempo de calor: frutas, verduras, alimentação mais fresca e leve. Para melhorar o bro0nzxeado o caroteno: cenoura, mamão. Mas não faz proteção solar. São as frutas que tem betacaroteno.

Alimentação gordurosa é ruim porque

 

Manchas canceríginas, como saber

Consultar um médico dermatologista é a melhor medida quando se trata de avaliar a saúde da pele e tirar dúvidas no caso de manchas, algumas das quais são inídicios de câncer. Por exemplo, as que mudam de cor, entre o azul e branco, quando coça e sangra e tem dimensão superior a 6 milímetros (mm). Pode ser um melanoma. "É importante não demorar diante de dúvidas. Não precisa temer o resultado, porque o câncer de pele tem cura na maioria dos casos".

Pintas suspeitas de câncer, se apresentam com características que só o médico e exames podem definir. Geralmente é sinal de doença, quando uma pinta não cicatriza e quando machuca acaba sangrando. Há suspeita ainda quando a pessoa observa uma pinta no corpo que muda de cor e um lado é diferente do outro.

Reconhecer não é simples; daí a participação do dermatologista. Há ocorrências específicas com manifestações diferenciadas, tais como o carcinoma basocelular e o expinocelular. Apresentam-se, entre outros sintomas, como uma ferida que não cicatriza. Situação mais comum é a presença desses cânceres na face.

 

Cuidar a vida toda

"Quem contra câncer de pele, mesmo após a cura, deve cuidar a vida toda para não reincidir", explica a médica Cintia Nigro. Por isso que as pessoas precisam adotar a prevenção cmo tarefa de todos os dias na vida. Esse tipo de câncer pode aparecer muitos anos após a exposição ao sol. Há pessoas que se excederam aos 15 anos de idade e só passaram a sofrer com a doenmça aos 60 anos.

Palavra final da dermatologista é que o "câncer de pele não é uma sentença de morte. É uma doença tratável e curável. Mas dependen de acompanhamento permanente para evitar que se agrave".

 

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