04/01/2016 (22:12)

Sem laboratório, exame antidrogas em motoristas é tranfserido

Foi transferido mais uma vez o exame antidrogas para motoristas de caminhão do Brasil. Decisão do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) é justificada para "unificação de prazo de portaria do Ministério do Trabalho" que exige exame para demissão de profissionais. Estão obrigados à coleta de material, caminhoneiros de categorias C, D e E.

 

Provas serão analisadas dentro dos últimos 90 dias, tecnicamente possíveis de detecção. Apesar das explicações do Conselho, há razões mais problemáticas parta os constantes adiamentos. O Brasil não possui atualmente nenhum laboratório que esteja disposto a prestar o serviço para a União Federal, cujos pagamentos sempre demoram muito. Há ainda o fato de qyue para executar os serviços, é preciso convocar empresas para credenciamento, o que só pode ser feito mediante licitação pública.

 

Exame antidrogas

para motoristas

anunciado para janeiro

Está anunciado para iniciarem no janeiro de 2016, os exames antidrogas para caminhoneiros. Exigência é do Ministério Público do Trabalho, mas serão executados pela Polícia Rodoviária Federal do Brasil. Mais de 70% dos profissionais está usando cocaína e pelo menos 20% a maconha. Isso explica porque tantos acidentes com requintes de gravidade.

Exames são considerados urgências, mas foram postergados pelo menos 3 vezes sob diversas alegações, como por exemplo, inexistência de recursos e de estrutura para a execução. Testes podem aferir o uso de drogas nos últimos 90 dias. CONTRAM exigiu dos motoristas um exame de  detecção do consumo de drogas quando da renovação das carteiras de habilitação C, D e E. Deveriam ser usados como materiais de coleta, o fios de cabelo, pele, pelo ou unha. Mas a exigência vem sendo prorrogada pela terceira vez e a quarta ainda não se comenta muito a respeito.

 

Prevenção junto a motoristas

Ainda que prévios, esses dados exibem uma realidade que merecem medidas por parte das autoridades do trânsito e do Judiciário. Por isso a importância do projeto solicitado pelo Ministério Público. Enquanto isso não acontece, promotores apelam às empresas transportadoras para que atuem junto aos motoristas a fim de evitar as drogas.

Apelos foram reforçados pelo CONTRAM (Conselho Nacional de Trânsito) e Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária. Há referências de que os maiores abusos de velocidade e irregularidades quanto às leis de trânsito, vêm sendo cometidos pelos caminhoneiros que transportam produtos perecíveis.

 

 

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