03/10/2015 (01:57)

Pato gigante invade Brasília em grito contra aumento de impostos

Um pato de 12 metros de altura e cor amarela, ocupou atenção de quem passou por Brasília no primeiro dia do mês de outubro. É mais um grito de alerta contra maquinações do Governo e de parte dos parlamentares no Congresso Nacional. O impostômetro da Federação das Indústrias em São Paulo acusa arrecadação de mais de R$ 1,600 trilhão e querem mais.

 

“Não vou pagar o pato”, indica a FIESP em cartaz que acompanha a ave gigante e dezenas de outras em tamanhos normais, soltas sobre os espelhos dágua ao lado do Congresso Nacional. Gesto dos empresários não é solitário. Há 160 entidades da socioedade civil brasileira, atuando pela Frente Nacional contra o Aumento de Impostos. Interesse é chegar a 1 milhão de assinaturascontra a criação de novos impostos, como quer o Governo com a CPMF ( Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) que cobrará 0,20% nas transações de toda ordem. É uma posição da sociedade contra todo o pacote fiscal.

Mais de 300 mil assinaturas já foram conquistadas e há confiança de logo completar muito além da meta, conforme diz o presidente da FIESP, Paulo Skaf. "Se resolvesse o problema do Brasil aumentar impostos, o Brasil não teria problema nenhum porque a arrecadação de impostos este ano será de R$ 2 trilhões. É muito dinheiro. O problema do Brasil é o governo brasileiro, é o tamanho do governo brasileiro, são os gastos malfeitos, a falta de eficiência”. Comentário é do dirigente da FIESP.


Afirma aindfa Skaf que o ajuste friscal "deve ser feito com o corte de desspesas, de desperdícios, de maus gastos e não por meio de aumento de impostos. “Nós não vamos aceitar a recriação da CPMF nem a recriação ou criação de imposto que venha pesar mais ainda nas costas do povo brasileiro. Nós mostramos por meio dessa campanha o quanto de imposto tem nos produtos”.

 
 

 

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