23/10/2015 (19:10)

Pizzolato responderá ações por lavagem de dinheiro, despesas e falsidade

Despesas da ordem de R$ 170 mil para compensar buscas na Itália até a extradição, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, são os crimes que o ex-diretor condenado por corrupção no Mensalão, Henrique Pizzolato, responderá a partir de agora. Denúncia será formulada imediatamente, segundo o Ministério Público Federal.

 

201023 - 11:36 horas

Modificado 151023 às 19:09 horas

Medidas devem prejudicar os benefícios penais a quer poderá ter direeito, para sair da Penitenciária da Papuda e cumprir o resto da pena conforme a progressão, em Santa Catarina, próximo de familiares. Se a condenação permanecer do jeito que está, sairá da prisão em 23 de junho de 2016 para liberdade vigiada completando os 12,7 anos.

 

Autoridades da execução da sentença explicaram como fica a situação dos recursos desviados. Rodrigo Janot, dirigente do Ministério Público, disse que o criminoso desviou dos cofres públicos brasileiros R$ 74 milhões. Com Pizzolato foram encontrados 113 mil Euros  cujo repatriamento está sendo providenciado.

 

Ex-diretor do BB chega pela

manhã na penitenciária em Brasília

151022 - 23:20 horas

Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, condenado por desvio de dinheiro e corrupção, chega cedo em São Paulo e segue para Brasília. Após passar pro exames de rotina no Instituto Médico Legal da Capital Federal, será recolhido na Penitenciária da Papuda. Advogados já se mobilizam para que cumpra pena em Santa Catarina, perto da família.Sexta-feira a extradição de

ex-diretor do BB, condenado no Mensalão

151020 - 23:25 horas

Chega sexta-feira (151023) Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, condenado no Mensalão, para ficar recluso na penitenciária da Papuda em Brasília. Pena é de 12 anos por desvio de dinheiro público para beneficiar o Governo do ex-presidente Inácio Lula. Uma equipe da Polícia Federal já está na Itália para tomar as providências da justiça

Também o Brasil vai devolver à Itália para cumprir  30 anos de pena, o ex-líder da organização criminosa Camorra, Pasquale Scotti. No mês de maio foi preso pela Polícia

federal que agia em conjunto com a Interpol. Agora encontea-se recluso na Penitenciária da Papuda. Viagem do italiano só depende da assiantura de extradição, pela presidente da REpública.

 

Ex-diretor de banco do Brasil, ganha

mais 15 dias contra extradição

151006 - 21:50

Ganhou mais 15 dias para evitar a extradição para a penitenciária da Papuda, em Brasília, o cidadão ítalo-brasileiro Henrique Pizzolato, condenado por desvio de dinheiro no processo do "Mensalão". Esse é o resultado da apelação à Corte da Europa, sob a alegação de que a prisão brasileira fere os direitos humanos; argumento superado na Itália.

Por isso terá de esperar, quem queria comemorar na quarta-feira, 7 de outubro de 2015, a prisão de mais um corrupto das ações do Partido dos Trabalhadores para arregimentar adesão parlamentar aos Governos de Inácio Lula e Dilma Rousseff. A justiça italiana atendeu mais um apelo do condenado pela justiça brasileira, que pouco permanecerá na cadeia quando estiver cumprindo pena em Brasília.  

 

Ex-diretor de banco volta da

Itália para a penitenciária no Brasil

151001 - 22:59 horas

Será extraditado para o Brasil, desde a Itália para cumprir pena na penitenciária da Papuda, em Brasília, o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. É condenado no processo do Mensalão (Ação Penal 470) a 12 anos e 7 meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro, mas havia fugido para a Itália desde setembro de 2013.

Pizzolato será conduzido pela Polícia Federal em cumprimento a ordem da Procuradoria Geral da República (PGR), após autorização da justiça italiana informada ao Ministério das Relações Exteriores. Após os exames de rotina, será encarcerado numa das celas da Penitenciária no Distrito Federal, já na próxima quarta-feira, dia 7 de outubro de 2015.

A extradição foi formalmente autorizada dia 22 de setembro pelo Conselho de Estado da Itália, após várias decisões da Justiça italiana a favor e contra. A principal questão colocada pela defesa foi a condição dos presídios brasileiros. Mas segundo os juízes que analisaram o caso, existem no Brasil todas as condições para garantir a segurança de Pizzolato em um presídio.

Com o argumento de violação aos direitos humanos nos cárceres brasileiros, o condenado queria continuar livre na Itália.

 

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