09/09/2015 (19:17)

Corruptos e corruptores são miseráveis insanos, opina jornalista

Esses saca-buchas da maledicência, políticos, megaempresários, miseráveis, trapaceiros, vigaristas e embusteiros dos mensalões, petrolões, dos escândalos nacionais, que tão tragicamente estão colorindo páginas e espaços na mídia impressa e eletrônica, por possuírem ampla expertise sobre o mundo corporativo da corrupção, ah não perdem por esperar!

 

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Esses saca-buchas da maledicência, políticos, megaempresários, miseráveis, trapaceiros, vigaristas e embusteiros dos mensalões, petrolões, dos escândalos nacionais, que tão tragicamente estão colorindo páginas e espaços na mídia impressa e eletrônica, por possuírem ampla expertise sobre o mundo corporativo da corrupção, ah eles não perdem por esperar.

São miseráveis insanos na verdadeira acepção da palavra. São  homens e mulheres que atropelaram todos os dias as leis do país. “Homens (e mulheres) de cuja moralidade se zomba por toda parte, miseráveis buscados na ralé das ruas para se converterem em agentes da autoridade” (Rui) e que, soberbos, se consideravam intocáveis, acima dos princípios, das instituições e, mais do que isso, acima da verdade.

Constituiram a politicalha estritamente visando interesses pessoais imorais, cujo paradeiro é o caos político-econômico e social, onde mais fácil se torna a semeadura das sedições. E que, por anos e anos,vem tripudiando em cima da miséria de uma nação espoliada e entregue às mesquinhas paixões facciosas.

Sobre eles pende - segura por um tênue fio de cabelo - a Espada de Dâmocles. Que ela lhes seja breve. Muito breve.

À espera do Dies Irae. Sou de opinião de que este poema, escrito no Século XIII pelo frade franciscano Tommaso de Celano, inspirado na Biblia (Sofonias 1,15-16) tem algo a ver com o juiz Sérgio Moro. É, também, um dos hinos do Réquiem, de Mozart e de Verdi, e faz parte da liturgia católica do Dia de Todos os Santos.

Dies irae! Dies illa solvet saeculum in favilla; teste David cum Sibylla; quantus tremor est futurus; quando judey est venturus; cuncta stricte discurssurus. Ou seja: “Dias de ira! Aqueles dias em que os séculos dissolver-se-ão em cinza; testemunham David e Sibila; quanto terror está prestes a ser quando o juiz estiver por vir, em vias de julgar tudo severamente”.

Judex ergo cum sedebit; quidquid latet apparebit: nil inultum remanebit. Ou seja: “Quando o juiz se assentar, o oculto se revelará: nada haverá (de ficar) sem castigo”.

Nada ficará sem castigo. Do látego da justiça, esses miseráveis,  chorando a própria estupidez, soltarão gemidos roufenhos à espera dos dias de angústia, de alvoroço, de assolação e de tribulação. Que o Dies Irae lhes sejam tão profícuos quanto à sordidez do seus atos.

 

1 comentário para a notícia

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francelino Augusto Pereira

27/01/2016 às 11:09

concordo plenamente com sua opiniao a respeito desses covardes politicos corruptos pois é a pior raça que existe no nosso planeta. UM politico corrupto ele destroi o sonho de toda uma naçao,ele é muito mais montruoso que qualquer traficante que tambem destroi toda uma sociedade.Infelismente vivemos em um país que é um celeiro cheio dessas raças que deveriam estar presos e no entanto estao mais e mais poderosos.

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