16/08/2015 (17:23)

Manifestantes foram menos nos protestos contra a corrupção e o Governo

Brasileiros retornaram às ruas no domingo de protesto contra corrupção, Governo, partido dos trabalhadores (PT) e pela ação efetiva da justiça em punir rápido os crimes de toda ordem. Não foram esquecidos os números do passivo do Judiciário que tem 95 milhões de processos parados e não agiliza pagamentos de R$ 105 bilhões de precatórios.

 

Manifestações das ruas no dia 16 de agosto de 2015, não atingiram em número do mês de maio. São Paulo teve a presença mais expressiva de participantes que dominaram 7 quarteirões. Curitiba que é uma das capitais mais crítica, não conseguiu elvar à "Boa Maldita" mais do que 30 mil pessoas. Brasília atingiu os objetivos previstos com uma concentração estimada em 50 mil pessoas. Na região nordeste a cidade de Recife, em Pernambuco, levou número recordista de participantes e bem assim, Fortaleza, no Ceará.

 

Presença menor é atribuida a vários motivos. Em primeiro lugar, quem afugentou muitos adeptos desses protestos, foi o senador Aécio Neves que apareceu na televisão dias antes praticamentre atribuindo a si e ao PSDB, a dianteira do movimento. Definitivamente atrapalhou a presença de público. Outro detalhe foi a concorrência de jogo de futebol pela manhã, que teve um clássico Palmeira e Flamengo. Ainda houve reflexos na afirmação do dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que ameaçou pegar em armas se a presidente da República for deposta.

 

Precisa de mudança

 

Uma constatação muiuta gente começa admitir. Precxisa haver mudança nos movimentos como esse à espera de grande público para ouvir comandos como o que foram constantes do protesto deste domingo (150816). Modelo já está vencido e carece de inteligência para outros caminhos. Também a forma sem comando ou gerência precisa ser melhorda, para corrigir rumos que evitem superposição como pode ser observado com alto falantes em diversas cidades.

 

Protestos carecem ainda de participantes quaslificados para esclarecer os motivos do evento, objetivos a serem alcançadois e as razões de críticas estarem sendo dirigidas a determinadas instituições ou pessoas. Apesar de o público estar esclarecido, as referências ajudam a formar opinião abalizada. Manifestantes menosprezam a inteligência da contra-informação de quem é alvo de críticas.

 

 

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