30/07/2015 (19:41)

Segurança das Olimpíadas terá mais de 96 mil agentes

Utilizar 47,5 mil profissionais de segurança pública apenas na cidade do Rio de Janeiro; mais 37 mil agentes das Forças Armadas devem ser empregados na capital fluminense e nas 5 cidades que receberão as competições de futebol: Brasília, Belo Horizonte, Salvador, São Paulo e Manaus. É o esquema de segurança para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.

 

A segurança no interior dos locais de competição deve ser feita por mais de 9 mil agentes públicos da Força Nacional, que assumiram a responsabilidade que antes estava delegada ao Comitê Rio 2016. No evento irão atuar ainda cerca de 1,7 mil funcionários do Departamento Penitenciário Nacional e dos estados que serão treinados durante os jogos, já que equipamentos usados para revistas, como sensores metálicos e de raio-x, serão doados a penitenciárias depois dos jogos.

Andrei Rodrigues, secretário extraordinário de segurança para os eventos, detalhou (150730) a organização que vai dar garantia de trtanquilidaqde aos atletas de todo o mundo que participarão dos Jogos Olímpicos. Policiamento ostensivo será leve na medida do possível, para garantir a execuçã odo projeto de forma "discreta e amigável".

Foi anunciado ainda a implantação de um centro de inteligtência contra terrorismo, constituído por profissionais dos 80 países que trazem representações ao Brasil. São especialistas que começam a trabalhar já no dia 5 de agosto, 15 dias antes do início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

 

Críticas contra a poluição

 

Mas a reaslização das competiuções em ambientes aquátiucos, está merecendfo a reprovação de equipes internacionais desde que foram reveladas as indicações de poluição na Baía da Guanabara e Lagoa Rodrigo de Freitas. Principalmente as equipes da Europa, fazem protestos frequentes e dizem até temer pela segurança de saúde dos competidores. A

gora os dirigentes dos EUA, fizeram um apelo à Federação Internacional para que as competições sejam transferidas para outro lugar no Rio de Janeiro. Há ameaças inclusive de não participação caso as autoridades ambientais não procedam a limpeza dos agentes poluentes marinho na Guanabara.

 

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