02/06/2015 (16:38)

Renúncia não alivia situção de dirigentes da FIFA e nem do presidente

Gesto de renúncia do presidente Joseph Blatter, não vai impedir a justiça norte americana e mundial, de investigar e punir dirigentes da FIFA (Federação Internacional de Futebol Associado), inclusive o recém reeleito. Há muito o que esclarecer e por isso as oposições das principais autoridades internacionais como o primeiro ministro da Inglaterra.

 

Há mais de uma centena de figurões que se beneficiaram irregularmente da fartura de recursos que o futebol monopolizou ao longo da história. Como insinuou o ex-jogador Michel Platini, os autores da corrupção não ficarão impunes. Em todos os países que sediaram Copas do Mundo, existe o que colocar a descoberto. Olha o caso do Brasil, onde o ex-presidente Ricardo Teixeira, fez movimentações de quase meio bilhão de reais. Está sendo convidado a explicar a origem dos recursos.

 

Blatter, na simulada renúncia ao maior cargo da Federação Internacional, que ocupa desde 1999, diz que vai convocar congresso eleitoral entre dezembro de 2015 e maio de 2016. Com todas as estratégias de que é capaz, não imagina que nesse período será convidado a explicar atos de corrupção cometidos por parceiros na administração do futebol. Muitos já estão até encarcerados.

 

Futebol mundial continua

na mesma direção

com Joseph Blatter

 

150529 - 22:30 horas

Para um quinto mandato os dirigentes de confederações de 133 dos 209 representados em Zurich (Suíça), reelegeram Joseph Blatter na presidência da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA). Enquanto os principais líderes do mundo sugeriam que saísse, o reeleito prometeu novos tempos para o "jogo que mais amas", o futebol.

Interesses que não atendeu nos últimos 20 anos, disse agora que vai privilegiar. São lugares de decisões para jogadores e clubes de futebol espalhados pelo mundo; enfium, os que fazem o espetáculo. A despeito de sugerir que vai agir para evitar maldades no ambiente da Federação, Blatter sabe que permanecerá nba pauta de investigações iniciadas pelo Departamento de Justiça dos EUA.

 

Autoridades pedem que Joseph Blatter renuncie à FIFA

150528 - 21:39 horas

Michel Platini, presidente da União das Federações Europeias de Futebol e o primeiro ministro da Inglaterra, David Cameron, bem, como alguns parlamentares na Câmara dos Comuns, pediram a renúncia de Joseph Blatter antes das eleições que estão previstas para esta sexta-feira (150529) em Zurich (Suíça). Pelo mundo há vozes assemelhadas.

Mas o presidente da Federação Internacional do Futebol (FIFA) alegou que já é tarde para isso e que deve enfrentar. No discurso do congresso eleitoral afirmou que  “Vêm aí mais más notícias. Muito mais tem que ser feito para garantir que haja ética no futebol e no esporte. Temos que dar resposta aos fãs. Temos a oportunidade de começar a mudança e recuperar a confiança da opinião pública”.

 

Reflexos na Argentina e Brasil

A ação da Justiça dos Estados Unidos e da Suíça contra a corrupção na Federação Internacional de Futebol (Fifa) já tem efeito em outros países: no Brasil, o Ministério da Justiça determinou a abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) para apurar eventuais crimes cometidas por dirigentes esportivos brasileiros e na Argentina, a Administração Federal de Recursos Públicos (Afip) denunciou 3 empresários esportivos por evasão tributária, associação ilícita fiscal e lavagem de dinheiro.

A denúncia contra os empresários Alejandro Burzaco, Hugo Victor Jinkis e Mariano Alejo Jinkis foi apresentada hoje (150528) e atinge duas empresas argentinas que operam com negócios esportivos, a Torneos Y Competencias e a Full Play.

 

Escândalo no futebol já ameaça 5ª eleição do presidente da FIFA

150527 - 23:07 horas

Confederações internacionais vem fazendo apelos aos organizadores, para que suspendam a eleição de sexta-feira que deverá consagrar pela 5ª vez o atual presidente Joseph Blatter. Na investigação do Departamento de Justiça dos EUA sobre corrupção na Federação Internacional, o nome do dirigente é visado e não deverá escapar do desprestígio.

Ali bin al Hussein, príncipe da Jordânia é um candidato de oposição no pleito que está sendo preparado em Zurich. Porém se não houver suspensão do evento, a vitória de Blatter é certa. Confederados que se encontram na Suiça para votar, são arredios e alguns nem querem falar sobre as prisões da quarta-feira.

Dirigentes presos estão em local não sabido, segundo o FBI por motivo de segurança. Mas essas autoridades norteamericanas afirmam que a extradição será rápida e que os prisioneiros irão responder perante os promotores nos EUA, pelos crimes de corrupção, fraude eletrônica e pagamento de propina.  

No total são 14 pessoas presas, das quais 5 empresários ligados ao marketing esportivo. Está aí José Hawilla, dono da Traffic, que há muito realiza negócios com a CBF, Conmebol (Confederação Sulamericana de Futebol) e copa do mundo no Catar relacionada à seleção brasileira.

 

Dirigentes que estão presos

Estão presos a pedido do Departamento de Justiça dos EUA, pela polícia da Suiça, o

ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin;

os vice-presidentes da FIFA, uruguaio Eugenio Figueredo e Jeffrey Webb, das Ilhas Cayman, que também preside a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (CONCACAF);

o paraguaio Nicolás Leoz, ex-presidente da Confederação da América do Sul (CONMEBOL);

Eduardo Li, da Costa Rica;

Júlio Rocha, da Nicarágua;

Rafael Esquivel, da Venezuela;

Costas Takkas, das Ilhas Cayman;

Jack Warner, de Trinidad e Tobago.

 

 

Pode chegar a outros dirigentes, prisões de chefões do futebol mundial

150527 - 08:39 horas

Pode chegar a outros dirigentes do futebol mundial, a prisão dosa maiores dirigentes da FIFA (Federação Internacional de Futebol Associado), em Zurich (Suíça). Nenhum dirigente está descartado no procedimento determinado pela Procuradoria de Justiça dos EUA executado pelo FBI (Federal Bureau of Investigation), a polícia federal americana.

Pelo menos 6 dos dirigentes presos pela manhã num hotel de luxo, quando faziam reunião do Comitê da FIFA, já se dispuseram a colaborar para obter redução de pena futura. Entre esses está o brasileiro José Maria Marin, que deixou há pouco a presidência da Confederação Brasileira de Futebol )(CBF); mas já ocupou até o cargo de governador do principal estado no Brasil, São Paulo.

 

Há quase 20 anos o assunto corrupção e manipulação de resultados domina as manchetes do esporte internacional. Mas os últimos acontecimentos que levaram a Copa do Mundo à Rússia e ao Catar, foram determinantes, porque ressaltaram aos olhos e ouvidos dos dirigentes que desejavam receber a competição. Como não resultaram positivas as gestões administrativas, foi acionada a justiça que junto com a Polícia Internacional, trablha na investigação há 3 anos.

 

Ação policial segue e agora com a prisão dos dirigentes, vai evoluir inclusive para pegar ex-dirigentes do futebol pelo mundo. Suspeita é de que houve desvios em duas décadas, de mais de US$ 150 milhões. Todo luxo já está catalkogado n as mãos dos corruptyosd e mais cedo do que se imagina, deverá retornasr aos cofres da Federração Internacional.

 

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