30/12/2017 (21:40)

Câncer de pele, doença que pode aparecer muitos anos depois

Feridinhas que não cicatrizam ou que reaparecem no mesmo local do corpo, manchas que mudam de cor, pintinhas, manifestações de pele irreconhecíveis. São resultado de excesso de exposição ao sol numa época distante, há cinco ou 10 anos. E o que é pior, levam à suspeita de câncer. Provam que essa doença pode surgir até 20 anos depois da exposição.

 

Especialistas trabalham para identificar particularidades e prevenir a população contra os males da falta de cuidados com o sol, na praia, piscinas, praças ou nas ruas. Pelo menos 80% dos casos de câncer por exposição excessiva ao sol, foram contraídos quando o paciente estava nos 20 anos de idade. Em média a doença costuma surgir 5 anos depois, mas não de imediato, pois vai apresentando pequenas manifestações, bem como feridas que não cicatrizam e manchas que mudam de cor.

 

Mas evitar tudo isso é fácil, basta não se expor entre 10 e 15 horas do dia e usar filtro protetor número 30 no mínimo. Se a pessoa entra na água constantemente e esfrega o rosto, a proteção tem de ser repetida a cada hora e se não, a cada 3 horas.

 

Mas diante das suspeitas e da ocorrência da doença, avisam os dermatologistas que 90% dos casos têm cura. Porém é preciso que os sintomas sejam reconhecidos e tratados “precocemente”. Isto quer dizer, que diante de problemas de pele, o melhor é consultar o médico e avaliar.

 

 

 

 

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