25/06/2019 (18:38)

Tesouro Direto chega ao recorde de R$ 5,86 bilhões em maio

R$ 5,86 bilhões é o total das vendas do Tesouro Direto em maio de 2019. Secretaria do Tesouro Nacional (STN), vinculada ao Ministério da Economia, considera esse um recorde histórico para esse produto criado em 2002 para popularizar a aquisição de títulos públicos, sem a intermediação de agentes financeiros. Nas o aplicador paga uma taxa à corretora que custodia os títulos. Investimento é processado pela internet, mas exige que o interessado tenha uma conta em banco.

 

Apesar da comemoração pelo número inédito, o Ministério registrou saques de pouco mais de R$ 10 bilhões. R$ 1,95 bilhão foram relativos a recompras e R$ 8,10 bilhões a vencimentos. Com isso, houve resgate líquido de R$ 4,2 bilhões.

Governo explica que o Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar a aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só tem de pagar uma taxa à corretora responsável pela custódia dos títulos.

Em maio de 2019, foram cadastrados 186.553 novos participantes no Tesouro Direto. O número total de investidores cadastrados ao fim do mês atingiu 4.193.385, um aumento de 89,8% nos últimos 12 meses. O número de investidores ativos chegou a 1.035.092, variação de 69,9% nos últimos 12 meses. No mês, o acréscimo foi de 28.545 novos investidores ativos, informou a STN.

Estoque

O estoque do programa fechou maio em R$ 55,5 bilhões, o que significa redução de 6,3% em relação a abril (R$ 59,3 bilhões) e aumento de 15,4% sobre maio de 2018 (R$ 48,1 bilhões).

Os títulos remunerados por índices de preços respondem pelo maior volume no estoque, alcançando 48,7%. Na sequência, aparecem os títulos indexados à taxa Selic, com participação de 34,0% e, por fim, os títulos prefixados, com 17,3%.

Em relação à composição do estoque por prazo, o governo informa que 1,1% dos títulos vencem em até 1 ano. A maior parte, 36,4%, é composta por títulos com vencimento entre 1 e 5 anos. Os títulos com prazo entre 5 e 10 anos, por sua vez, correspondem a 42,1% e aqueles com vencimento acima de 10 anos representam 20,4% do total.

Fonte: Ministério da Economia e Agência Brasil

 

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