16/02/2019 (17:42)

Brasileiros preenchem todas as vagas do programa Mais Médicos

Todas as 8.517 vagas do programa Mais Médicos foram preenchidos, um dia antes do prazo final que foi 15 de fevereiro de 2019. Estavam abertas 1.397 vagas e foram ocupadas por profissionais graduados no exterior. Informação é do Ministério da Saúde que dia 19 promete publicar a lista completa apontando os locais onde irão atuar os médicos.

 

Aqueles que não tiverem o Registro do Ministério da Saúde (RMS) realizarão um módulo de acolhimento, durante o qual assistirão aulas e serão avaliados pela coordenação nacional do programa.

De acordo com o Ministério, com a manifestação de interesse por médicos brasileiros formados no País ou no exterior, não será necessário convocar profissionais estrangeiros para preencher as 8.517 vagas abertas após o fim da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a consequente saída dos cubanos do Brasil.

 

181210 - 22:05 horas

Estrangeiros já dispõem de inscrição para o Mais Médicos até dia 14

Profissionais brasileiros e estrangeiros formados no exterior (sem registro no Brasil) poderão se inscrever no programa Mais Médicos entre os dias 11 e 14 de dezembro de 2018. Ministério da Saúde fez a convocação e sugeriu que providenciem documentação e que se inscrevam. São necessários 17 documentos desde os emitidos pela instituição de ensino.

Balanço divulgado nesta segunda-feira (181210) pelo Ministério da Saúde mostra que, do total de 8.517 vagas ofertadas no último edital do programa Mais Médicos, 98,7% foram preenchidas (8.411). Ainda estão abertas 106 vagas em 29 localidades para as próximas etapas da convocação, a maior parte (86 vagas), no Estado do Amazonas. Também restaram 20 vagas no Amapá e no Pará.

Do total de vagas não preenchidas, 63 estão em distritos sanitários especiais indígenas. Somente no Dsei Alto Solimões, ainda há 22 vagas; no Alto Rio Negro, sobraram 11 vagas. Ambos ficam no estado do Amazonas.

O Ministério da Saúde informou que, até as 11 horas da

segunda-feira (181210), 53% dos profissionais com registro

no Brasil que se inscreveram no edital de convocação do

Mais Médicos, já tinham se apresentado ou iniciado atividades

nas localidades escolhidas.  Somam 4.508 médicos.

O prazo final para que os inscritos se apresentem nos municípios é sexta-feira (181214). O dia de início do trabalho será definido com o gestor local.

 

181207 - 19:59 horas horas

Mais Médicos tem 35.716 inscritos e 8.410 para ocupar vagas

Total de 35.716 inscrições já estão realizadas no programa Mais Médicos. Até o momento estão preenchidas 98,6% das 8.517 vagas disponibilizadas. No final da tarde o Ministério da Saúde indicou que 8.410 profissionais já estavam habilitados a ocupar os postos de trabalho nos municípios. Prazo de registro de interessados  acaba à meia noite de hoje.

181207 - 16:02 horas

Mais Médicos já anuncia nova chamada para o dia 17 de dezembro

Para preencher vagas que restarem do processo inicial de seleção do Mais Médicos, o Ministério da Saúde anunciou que vai lançar novo edital dia 17 de dezembro para brasileiros formados no exterior e estrangeiros. Prazo para inscrições na chamada em andamento, termina à meia noite desta sexta-feira (181207). Se não preencher, haverá novas chamadas.

Programa tem a meta de preencher 8.517 vagas em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Por enquanto há menos que metade das vagas preenchidas e organizadores precisam contar com desistência de profissionais que não conseguem conciliar atividades nos municípios com atividades particulares. Serviço público está exigindo dedicação de 40 horas nas equipes de Saúde da Família.

 

181126 - 21:56 horas

Quase todas vagas do Mais Médicos foram preenchidas: 8.278

Médicos brasileiros já ocupam quase a totalidade das vagas ofertadas em substituição aos atendentes de saúde cubanos que estão deixando o Brasil. Na segunda-feira (181126) os inscritos já somavam 8.278. Diz o Ministério da Saúde que a qualquer momento estão aptos a assumir os postos de trabalho nos municípios.

Um levantamento divulgado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que, entre 2013 e 2018, o número de médicos no País cresceu 21%. “O Brasil possui médicos ativos, com registro nos conselhos regionais de medicina, em número absoluto suficiente para atender às necessidades da população e, inclusive, para ocupar vagas abertas no Programa Mais Médicos”, diz a entidade. 

De acordo com o CFM, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

mostram que, no mesmo período, o Brasil ganhou mais 7.462.186 habitantes,

passando de 201.032.714 para 208.494.900. “Fica evidente que o percentual

de crescimento da população médica foi 5,4 vezes maior do que o de crescimento

da população em geral, nesse intervalo de tempo, que ficou em 3,7%”.

Ainda segundo o levantamento, com o aumento registrado na população médica, também subiu a razão de profissionais por grupo de 1000 habitantes no Brasil, que passou de 1,93 (2013) para 2,24 (2018). A variação aproximou o indicador nacional de países como Coréia do Sul (2,2), México (2,3), Japão (2,4) e Polônia (2,5).

 

Médicos brasileiros habilitados a trabalhar nos municípios são 8.230

181126 - 01:57 horas

Já estão preenchidas 96,6% das vagas ofertadas pelos atendentes de saúde cubanos, que estão deixando o Brasil rapidamente a chamado do Governo. Mas de acordo com o Governo e as entidades de classe, Conselho Federal e Associação, as inscrições seguem normalmente até dia 7.

 

 

Informa o Ministério da Saúde que até as 17 horas de

domingo (181125) havia 29.780 inscritos com registro

do Conselho Regional de Medicina (CRM) no Brasil.

Desses profissionais 20.767 foram efetivadas e 8.230

já estão alocados no município para atuação imediata.

 

Na apresentação ao município, o médico deve entregar todos os documentos exigidos no edital. Até o momento, 40 médicos já se apresentaram nas unidades básicas de saúde.

 

Municípios que ficaram

sem médicos logo estarão normal

 

Pelo menos 285 cidades e 36 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIS) ficaram sem médicos em equipes de prevenção com a saída de profissionais cubanos. O levantamento foi realizado pelo Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). A entidade acredita, entretanto, que com o novo edital lançado pelo Ministério da Saúde a reposição será rápida e não haverá grandes prejuízos à população.

No dia 14 de novembro o governo cubano decidiu encerrar o acordo com o Brasil que viabilizava a atuação dos profissionais no Mais Médicos, celebrado por meio da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) junto ao Ministério da Saúde, depois de declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro de que alteraria as regras do programa.

Levantamento

O levantamento do Conasems abarcou a situação de 22 estados e do Distrito Federal. Não repassaram informações municípios do Amazonas, Amapá, Ceará e Espírito Santo. O estudo mapeou as cidades onde as equipes de saúde da família tinham como único médico um profissional cubano. As equipes são compostas ainda por profissionais de outras áreas da saúde como enfermeiros e dentistas.

O estado com mais municípios nessa situação é o Rio Grande do Sul, com 92 cidades. Em seguida vêm São Paulo, com 43, Paraná, com 26, Minas Gerais, com 23, e Santa Catarina, com 21. Já no caso dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, o estado com maior prejuízo foi o Amazonas, com 9 localidades cuja equipe de saúde da família ficou sem médico. Estão no topo do ranking também Pará e Mato Grosso, estados onde cinco equipes também ficarão desfalcadas.

O governo cubano determinou que os profissionais cessassem as atividades na terça-feira com vistas a se deslocar para quatro polos de retorno: Brasília, Manaus, Salvador e São Paulo. A primeira leva partiu quinta-feira (181122) da capital federal rumo a Havana. Contudo, parte dos médicos ainda deve atuar por mais alguns dias, até a saída definitiva. A expectativa da OPAS é que o regresso termine no dia 12 de dezembro.

Poucos transtornos

Na avaliação do CONASEMS, a abertura do novo edital aponta para um processo de reposição desses profissionais sem grandes impactos negativos. O novo processo seletivo está com inscrições abertas até 7 de dezembro. Segundo o Ministério da Saúde, no terceiro dia, o sistema já havia registrado mais de 7 mil inscrições.

“Os municípios estão recebendo informações dos médicos que vão substituir. E tem secretário de saúde já validando e esses médicos já podem se apresentar para iniciar o trabalho. O tempo que vai ficar sem médico será pequeno, até porque eles só atuam na estratégia de saúde da família. É possível superar esses dias sem médico sem grandes transtornos”, avaliou Mauro Junqueira

 

 

181123 - 21:01 horas

Brasil já tem 19.994 médicos inscritos para substituir cubanos

Já foram preenchidas 84% das 8.517 vagas em unidades de saúde do Brasil, deixadas pelos cubanos do programa Mais Médicos. Processo de inscrição do Governo já recebeu 19.994 pretendentes devidamente qualificados junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM). Isso significa sucesso absoluto da medida adotada pelo presidente Michel Temer.

 

Informa o Ministério da Saúde que do total de médicos inscritos, 13.341

foram efetivadas e 7.154 profissionais já estão alocados no município

para atuação imediata. Na apresentação À unidade de saúde municipal,

que vai até 14 de dezembro, o médico deve exibir todos os documentos

exigidos no edital. Prorrogadas no prazo inicial que era dia 25,

as inscrições vão até 7 de dezembro pelo site do programa.

 

De acordo com o Ministério hoje o sistema de inscrição encontra-se estável.

No edital do Mais Médicos são ofertadas 8.517 vagas para atuação em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), que antes eram ocupadas por médicos da cooperação com Cuba.

 

Sobre o Mais Médicos

Organização Panamericana

detalhe o que faz 

 

A OPAS trabalha com Brasil, Cuba e outros países das Américas para ajudá-los a cumprir compromissos internacionais em saúde. Um exemplo é o programa Mais Médicos, criado em 2013 pelo governo brasileiro para ampliar a atenção primária em saúde e suprir a carência de médicos.

A iniciativa é composta por três eixos: o primeiro prevê a melhoria da infraestrutura nos serviços de saúde. O segundo se refere ao provimento emergencial de médicos, tanto brasileiros (formados dentro ou fora do país) quanto estrangeiros (intercambistas individuais ou mobilizados por meio dos acordos com a OPAS). O terceiro eixo é direcionado à ampliação de vagas nos cursos de medicina e nas residências médicas, com mudança nos currículos de formação para melhorar a qualidade da atenção à saúde.

A OPAS começou a colaborar com o programa em 2013 ao articular acordos entre Brasil e Cuba, viabilizando a mobilização de médicos cubanos para atuar no Sistema Único de Saúde brasileiro.

A OPAS também têm contribuído com o monitoramento e avaliação dos resultados e impactos do Mais Médicos, bem como na gestão e disseminação do conhecimento gerado pela iniciativa, capacitação de profissionais, fortalecimento da educação em saúde para médicos, entre outras ações relacionadas à melhoria da atenção primária à saúde no Brasil.

Cuba tem o maior número de médicos do mundo por 1000 habitantes:

7,5 (dado de 2014). O índice é quatro vezes maior do que o que o Brasil

registrava em 2013: 1,8 médico por mil habitantes. Esse foi um dos motivos

que levaram ao acordo internacional, além do fato de a ilha caribenha possuir

ampla experiência no envio de médicos a outros países para trabalhar

em diversos setores de saúde, como atenção primária,

cirurgias e atendimento de vítimas de desastres naturais.

Há uma série de evidências científicas demonstrando o impacto do Mais Médicos na melhoria da saúde dos brasileiros. O estudo “More doctors for deprived populations in Brazil”, por exemplo, apontou que em mais de 1 mil municípios que aderiram ao programa houve um aumento na cobertura de atenção básica de 77,9% para 86,3%, entre 2012 e 2015, e uma queda nas internações por condições sensíveis à atenção primária (que são internações evitáveis), de 44,9% para 41,2% no mesmo período.

Outra pesquisa mostrou que o Mais Médicos contribuiu para reduzir as taxas de internação por condições sensíveis à atenção primária. Esses índices já vinham diminuindo no Brasil antes do programa: em 7,9% de 2009 a 2012. Mas a redução foi maior após a implantação do Mais Médicos: em 9,1% entre 2012 e 2015.

Fonte: Agência Brasil e Ministério da Saúde

 

2 comentários para a notícia

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Alexandre Mazela

09/05/2019 às 20:12

Queria saber seo REgistro.Ministério da Saúde (RMS) já realizou um módulo para os que não precisam ?

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Alexandre Mazela

09/05/2019 às 20:07

Preciso um formulário para prencher

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