28/09/2018 (12:04)

Leilão do pré-sal prevê R$ 6,820 bilhões, mas lentidão do Brasil prejudica

Na quinta rodada de licitações do pré-sal (160928) foram arrematados os 4 blocos das bacias de Campos e de Santos. Ao final o Governo prevê arrecadar R$ 6,820 bilhões mais investimento de exploração em torno de R$ 1 bilhão. Das 12 empresas, venceram a disputa Shell e Chevron; ExxonMobil e QPI, Titã, BP Energy, CNOOC e Ecopetrol, além da Petrobras.

 

A despeito da ordeira execução da etapa, ainda são lembradas as observações da ANP (Agência Nacional de Peteróleo) com críticas à lentidão brasileira na exploração de petróleo. em 5 anos apenas 1 contrato foi assinado. Burodcracia e inetrferência de justiça, atrapalham os projetos.

Produzir mais petróleo e qualquer tipo  de energia é uma atividade imperiosa para a economia brasileira e de todos os países. A OPEP (Organização dos Países Produtores de Petróleo) continua dando as regras e ameaças as economias quando manda reduzir exploração para conquistar maiores preços.

Agora por exemplo a entidade está fazendo isso e pegando a econo9mia do Brasil com ameaças decorrentes do aumento dos combustíveis ao consumo da população.

São motivos que devem acelerar a exploração dessa riqueza, pelo Brasil.

A Petrobras exerceu o direito de preferência pelo bloco de Sudoeste de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, mas acabou sendo a única empresa a apresentar proposta. A estatal ofereceu à União o percentual mínimo de 10,01% sobre a produção de óleo e terá que pagar ainda um bônus de assinatura de R$ 70 milhões.

A primeira área ofertada foi o bloco de Saturno, arrematado por um consórcio formado pelas empresas estrangeiras Shell e Chevron com ágio 300,23% sobre o percentual mínimo de partilha com a União. A ANP pedia para a União uma participação na produção de óleo de 17,54%, e o consórcio ofereceu 70,2%. Além desse percentual, a União receberá um bônus de assinatura de 3,125 bilhões.

O consórcio formado pela ExxonMobil e a QPI também apresentou oferta, mas como o percentual da produção era de 40,49%, o grupo foi derrotado.

No segundo bloco, saiu vitorioso o consórcio Titã, formado pela ExxonMobil e a QPI. As empresas ofereceram à União participação de 23,49% sobre a produção, enquanto o lance mínimo era de 9,53%. Nesse caso, o ágio foi de 146,48%. O bônus de assinatura garantido para a União foi de mais 3,125 bilhões. 

O bloco Pau-Brasil foi arrematado pelo percentual de participação de 63,79%, gerando ágio de 157% sobre o percentual mínimo que era exigido. O consórcio vencedor foi formado pela BP Energy (50%), CNOOC (30%) e Ecopetrol (20%). O bônus de assinatura somou mais $ 500 milhões ao total a ser recebido pelo governo.

 

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