01/09/2018 (20:34)

Pelos profissionais de Educação Física, Cristo Redentor fica verde

Hoje, 1º de setembro de 2018, o Cristo Redentor, no Morro do Corcovado, Rio de Janeiro, está colorido de verde É uma homenagem aos 20 anos da profissão de Educação Física. Hora de lembrar o papel desafiador de retirar do sedentarismo 21% da população brasileira, potencial condição para sofrer doenças obesidade, pressão alta e diabetes.

 

 

 

O Cristo Redentor ganhou as cores da Educação Física, em comemoração aos 20 anos da profissão. O monumento foi iluminado de verde com o objetivo de lembrar à sociedade sobre a importância da prática regular de exercícios físicos. A ação é resultado de uma parceria entre a Arquidiocese do Rio de Janeiro e o Conselho Regional de Educação Física do Rio de Janeiro e Espírito Santo (CREF1).

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), metade da população

brasileira é sedentária. Pesquisa feita pela Organização revela também

que o sedentarismo vem aumentando em todo o mundo e já é responsável

pelo quarto maior fator de risco de mortalidade. A ausência de uma disciplina

de atividades físicas como causa de morte só perde para as doenças

relacionadas ao aumento da pressão arterial, ao fumo e à glicemia elevada.

 

O sedentarismo é responsável por pelo menos 21% dos casos de tumores malignos na mama e no cólon, assim como por 27% dos registros de diabetes e 30% das queixas de doenças cardíacas e desenvolvimento da hérnia de disco e dores nas costas. Globalmente, a inatividade física também constitui um enorme custo para o setor da saúde, representando 54 bilhões de dólares em assistência médica direta. Do montante, 57% ficam a cargo do setor público e outros 14 bilhões de dólares em perdas econômicas são atribuídos a quedas de produtividade.

Diante de um cenário desses, a OMS lançou o “Let’s Be Active”, um plano global para estimular a atividade física. A entidade estabelece como missão “garantir que todas as pessoas tenham acesso a ambientes seguros e a diversas oportunidades para serem fisicamente ativas na vida diária, como uma forma de melhorar a saúde individual e da comunidade e para contribuir com o desenvolvimento social, cultural e econômico de todas as nações”. De maneira prática, a meta é reduzir a prevalência do sedentarismo entre adolescentes e adultos em 10% até 2025 e em 15% até 2030.

 

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