24/09/2018 (10:40)

Sem acordo, China vai reclamar na OMC contra super tarifas dos EUA

Já estão valendo as super tarifas impostas pelos EUA contra China, alegando roubo de propriedade industrial e uma dezenas de ilícitos nas relações de negócio. Governo americano anunciou que se não houver acordo, as taxações poderão atingir até 25%. Por causa dessas imposições, a China anuncia que vai recorrer à Organização Mundial do Comércio, OMC.

 

180922 - 13:17

Disputa comercial EUAxChina  vai afetar economia mundial

Perdas expressivas no PIB  (produto interno bruto)  que podem chegar a 3,5% na China e 2,2% nos EU8A. Reflexos sobre os ganhos salariais que podem cair mais de 50%. São apenas algumas consequências da disputa comercial entre EUA e China. Em meio a essas discussões e sobretaxações, os países de economia média também serão atingidos.

Para o diretor geral da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevêdo, os problemas não irão terminar quando os dirigentes dessas duas economias entyrarem num acordo. Reflexos seguirão causando estragos, especialmente para os países em desenvolvimento e muito mais aos empobrecidos.

A queda de ganhos nos 2 países diretamente envolvidos, por enquanto não atingirá as economias da América Latina.

 

180424 - 22:22

Retaliações já ameaçam o comércio mundial

São realidade os sinais de que a escalada das tensões comerciais já afetam a confiança das empresas e decisões de investimento. Para a Organização Mundial do Comércio (OMC) os problemas prejudicam previsões de que movimento global irá subir 4,4% em 2018, o que chega perto do registro de 2017 (4,7%). Também pode afetar a projeção de 4%  para 2019.

Para os economistas da Organização Mundial do Comércio (OMC), a continuidade dessa expansão dependerá de um crescimento global robusto e de os governos buscarem políticas monetárias, fiscais e de comércio, apropriadas.

A OMC prevê que o volume do comércio global subirá 4,4% em 2018, medido pela média de exportações e importações, ficando perto do aumento de 4,7% registrado em 2017. O crescimento deve ficar em 4% em 2019, abaixo da taxa média de 4,8% de avanço desde 1990, mas ainda acima da média de 3% do pós-crise de 2008.

“O forte crescimento do comércio que prevemos hoje será vital para a continuidade do crescimento econômico, para a recuperação e para apoiar a criação de empregos. No entanto, esse importante progresso pode ser rapidamente minado se governos recorrerem a políticas de comércio restritivas, especialmente um processo de ‘olho por olho’ que poderia levar a uma escalada não administrável”. Foi o que disse o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo.

“Um ciclo de retaliação é a última coisa que a economia global precisa. Os problemas

comerciais prementes que confrontam os membros da OMC são mais bem resolvidos

através da ação coletiva. Peço aos governos que mostrem moderação

e resolvam as diferenças por meio do diálogo e do engajamento sério”.

O crescimento em volume no ano de 2017, o maior desde 2011, foi impulsionado principalmente por fatores cíclicos, particularmente o maior investimento e os gastos com consumo.

Em valores, as taxas de avanço em dólares norte-americanos em 2017 (10,7% para exportações de mercadorias, 7,4% para exportações de serviços) foram ainda mais fortes, refletindo tanto o aumento dos volumes como de preços. A alta do volume no ano passado também pode ter sido inflada diante da fraca base de comparação dos dois anos anteriores.

Até recentemente, os riscos às projeções pareciam estar mais controlados do que em qualquer época desde a crise econômica global. No entanto, em linha com os recentes desenvolvimentos de políticas comerciais, podem agora indicar uma queda, de acordo com a OMC.

O crescente uso de medidas restritivas e a incerteza que trazem às empresas e aos consumidores, podem produzir ciclos de retaliação que pesariam negativamente no comércio e produção global, de acordo com a organização.

Além disso, apertos monetários mais rápidos por parte dos bancos centrais, poderiam levar a flutuações nas taxas de câmbio e nos fluxos de capitais que podem ser igualmente disruptivas para os fluxos comerciais.

Finalmente, a escalada das tensões geopolíticas pode reduzir os fluxos comerciais,

apesar da magnitude de impacto ser imprevisível. As mudanças tecnológicas

significam que os conflitos podem ter cada vez mais a forma de ataques cibernéticos, que afetam

o comércio de serviços de maneira igual ou maior que o comércio de mercadorias, disse a OMC.

 

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