13/10/2017 (20:55)

Ex-ministra da França é eleita para dirigir a UNESCO

Audrey Azoulay, ex-ministra da Cultura da França foi eleita diretora-geral da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Substitui a búlgara Irina Bokova mas assumirá em janeiro, após outra votação dia 10 de novembro, na Conferência Geral da UNESCO, que reúne representantes dos 195 países-membros da ONU.

 

Eleição foi decidida pelos 58 membros do conselho consultivo da Organização (171013). Depois de 5 rodadas de votação, o presidente do conselho, alemão Michael Worbs, anunciou o resultado:

“Sua experiência anterior como ministra governamental e em outras posições nacionais e internacionais dá a você a expertise, competência e profundidade de conhecimento necessários, caso assuma a liderança suprema da UNESCO”. E a nova dirigente vai precisar muito, pois começa um trabalho em meio a desarmonia gerada pela renúncia na participação de EUA e Israel.

Nascida em 1972, Audrey Azoulay atuou como ministra da Cultura da França de fevereiro de 2016 a maio de 2017. É formada em administração pública pela Escola Nacional de Administração da França, tem MBA pela Universidade de Lancaster (Reino Unido) e um diploma em ciência política pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris (Sciences Po).

Os Estados-membros da UNESCO apresentaram 9 candidatos para o cargo: Polad Bülbüloglu (Azerbaijão), Qian Tang (China), Moushira Khattab (Egito), Audrey Azoulay (França), Juan Alfonso Fuentes Soria (Guatemala), Saleh Al-Hasnawi (Iraque), Vera El-Khoury Lacoeuilhe (Líbano), Hamad bin Abdulaziz Al-Kawari (Qatar) e Pham Sanh Chau (Vietnã).

 

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