03/10/2017 (20:44)

Assassinato de policiais está em discussão para soluções

Mais de 800 policiais foram assassinados entre janeiro de 2016 e julho de 2017 só na cidade do Rio de Janeiro. De janeiro e julho foram mais de 100. Dados do Anuário Estatístico de Segurança pública, morreram 358 policiais civis e militares, dos quais apenas 91 estavam em serviço. Essa realidade está em debate na Câmara dos Deputados.

 

Assassinato de policiais no Brasil é o tema da comissão geral que será realizada nesta quarta-feira (171004), a partir das 10 horas, no Plenário da Câmara dos Deputados. O debate foi proposto pelos deputados do DEM Efraim Filho (PB), Alberto Fraga (DF) e Sóstenes Cavalcante (RJ).

“A onda de assassinatos de policiais militares por bandidos no Rio de Janeiro, longe de ser um fato isolado, é uma realidade presente, em maior ou menor grau, em todo o país”, afirma os deputados no requerimento em que pedem a realização da comissão geral.

Mortos de folga
 

“Em Caracas, na Venezuela, considerada a cidade mais violenta do mundo, com 130,5 mortos para cada 100 mil habitantes, 76 policiais foram assassinados em 2016”, comparam os parlamentares no requerimento.

Os deputados reclamam ainda da falta de prioridade para a segurança pública, do desaparelhamento das forças policiais e dos baixos salários.

Foram convidados para discutir o assunto:
- o vice-presidente da Associação Nacional das Entidades Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares (Anermb), Gilberto Candido de Lima;
- o tesoureiro da Associação nacional de Praças da PM e Bombeiros, Everson Henning;
- o coronel da Polícia Militar e membro do Núcleo de Identidade Brasileira e História Contenporânea, Ibis Silva Pereira;
- o primeiro-tenente da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal Jorge martins; e
- o capelão da Polícia Militar do Rio de Janeiro; capitão Enoque Rafael.


Da Redação - ND

 

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