18/09/2017 (20:10)

Na ONU, 193 países discutem combate ao tráfico humano. Brasil abre.

Tráfico humano é o principal tema dos debates da 72ª Assembleia Geral das Nações Unidas, que apesar de já em desenvolvimento desde ontem (170918) será oficialmente aberta pelo Brasil. Esse ato é uma tradição histórica desde o início em 1945. Às 10 horas (9 de Brasília), deste 19 de setembro de 2017, falará o presidente brasileiro Michel Temer.

 

Fundada em 1945 sob a Carta das Nações Unidas, a Assembleia Geral ocupa uma posição privilegiada como o centro deliberativo, formulador de políticas e órgão representante das Nações Unidas.

Formada por todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas, fornece um fórum único para a discussão multilateral de todo o espectro de questões internacionais abrangidas pela Carta e desempenha também um papel significativo no processo de normalização e codificação do direito internacional. A Assembleia se reúne intensamente de setembro a dezembro de cada ano e, posteriormente, quando necessário. Saiba mais em http://bit.ly/unga_72.

 Conflito de números

Tráfico de seres humanos pelo mundo é um crime que sofre pela própria incapacidade de administrar políticas. Faltam estatísticas confiáveis. Única informação que tem base mais acreditada é do UNODC (Escritório das Nações Unidas Ciontra Drogas e Crime); porém desatualizada. Fala que entre 2012 e 2014 as vítimas foram 63,2 mil.

E o conflito dos números é muito sofrível. Indicou o parlamento da Europa em Bruxelas que foram 21 milhões as pessoas afetadas pelo tráfico inetrnacional. Outros organismos internacionais dizem que foram 2,4 milhões.

 

É a fraqueza humana a principal causadora de crime contra a

pessoa. São iludidas em momentos mais difíceis da vida, por

criminosos que usam estratégias enganadoras até do sistema policial.

Vítimas principais são as mulheres, em torno de 70% do total de

escravizadas. E os objetivos que têm na vida são por exemplo,

emprego melhor, incremento de carreira profissional, morar em

outro país; enfim, melhorar de condição pessoal.

 

Diz a OIT (Organiação Internacional do Trabalho) que 98% das mulheres vitimadas pelo crime de tráfico, são destinadas à exploração sexual. Essa é uma das atividades ilícitas, junto com o tráfico de drogas, que mais rende aos explroadores. Cálculos confiáveis mostram que o tráfico humano rende em torno de US$ 32 bilhões todo ano.

O Brasil tem sido um dos países onde os nacionais encontram-se mais vulneráveis. Estaria como o sexto País do mundo quanto à prática do ilícito. Governo encaminhou alguns dados ainda não confirmados. A Polícia Federal contabilizou 547 casos; o Ministério da Saúde 130; o Ministério das Reações Exteriores 337; o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome 292; a Secretaria de Direitos Humanos 141 e a Secretaria de Políticas para as Mulheres 58.

 

 

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