11/10/2017 (21:19)

Supermercado terá de mostrar de modo visível prazo de validade

Todo produto que tenha prazo de validade, deve ser apresentado de modo bem visível (destacado) ao consumidor. É a exigência que terão de cumprir os estabelecimentos comerciais, especialmente supermercados do Brasil, assim que estiver vigorando lei (PL-2415/2015) aprovada agora. Só falta a revisão no Senado e prazo de 1 ano para valer.

 

Pela proposta, todo produto que possua um prazo de validade específico

deve apresentar esse prazo de forma destacada e facilmente legível. Quem

descumprir as normas, pode pagar multas, ter produtos apreendidos, e até

mesmo sofrer intervenção, no caso de estabelecimentos. As

medidas estão previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).

 

Deputados consideram importante estabelecer regras para a informação de datas de validade nas embalagens e nas prateleiras de supermercados. Apesar de ter deixado para o órgão regulador as regras para cada tipo de produto, a proposta estabelece que supermercados devem divulgar de forma clara, destacada e visualmente integrada ao produto a data de vencimento dos produtos cujo prazo de validade expire em até 7 dias.

O texto aprovado é o substitutivo da Comissão de Defesa do Consumidor ao Projeto de Lei (PL) 2415/15, deputado Hildo Rocha (PMDB-MA). Relatora da proposta, deputada Soraya Santos (PMDB-RJ), ressaltou a importância de regras, uma vez que nem sempre a validade é de fácil visibilidade em produtos, o que gera prejuízos ao consumidor.

Como tramita em caráter conclusivo, a proposta está aprovada pela Câmara e segue para revisão do Senado, se não houver recurso para votação em Plenário. Quando aprovada, a nova lei só deve entrar em vigor um ano após a sua publicação.

O autor do projeto, deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), considera que a data de validade é uma das informações mais relevantes a respeito dos produtos oferecidos aos consumidores, uma vez que itens perecidos podem afetar gravemente a saúde de seus adquirentes.

“Hoje, a anotação de dados sobre o perecimento dos produtos

em suas embalagens não atende a requisitos legais de

padronização, o que dificulta sua

consulta pelos seus destinatários”, afirma Rocha.

Íntegra da proposta:

 

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