30/08/2017 (21:54)

Brasil corre atrás de 8,7 bilhões de moedas e caça tesouro dos cofrinhos

Campanha "Caça ao Tesouro" lançada (170830) pelo Banco Central, quer recuperar dos brasileiros 8,7 bilhões de moedas de Real (R$) e com isso fazer circular pelo menos R$ 1,4 bilhão. Desde 1994 foram emitidas 25 bilhões de moedas, mas pelo menos 35% encontram-se desaparecidas pelo costume de guardar em cofrinhos ou ficarem esquecidas em algum lugar.

 

O próprio presidente do Banco Central do Brasil, Illan Goldfeijn promoveu aparição

para apelar aos brasileiros que participem desta gesto. Veja o que disse: É papel

do Banco Central, sensibilizar o público quanto à necessidade de promover a recirculação

das moedas guardadas. O entesouramento, além de contribuir para a dificuldade de

troco, motiva a necessidade de produção de novas moedas, cujos custos têm sido

crescentes. A recirculação de moedas contribui para a redução do gasto público. Devemos

lembrar que o custo de suprimento de moedas alcançou, em 2016, cerca de R$243 milhões.  

 

 

Explicou que a produção de novos numerários implica em custos que o Estado brasileiro tem dificuldades de sustentar. Desde 2014 há um empenho para a redução da despesa pública federal. A quantidade de moedas hoje alcança R$ 6,3 bilhões em valor, o que corresponde a uma disponibilidade per capita de R$ 31 em moedas, equivalente a 123 unidades por habitante.

 

Em 2016, foram postas em circulação 761 milhões de unidades de novas moedas, número 11% superior ao de 2015, quando foi disponibilizado um total de 685 milhões de unidades. Em 2017, até 31 de julho já foram disponibilizadas 434 milhões de novas moedas.

 

É importante destacar que a proporção de moedas em relação ao total do meio circulante no Brasil é da ordem de 2,8%, estando alinhada a parâmetros internacionais — que variam de 2,3% a 3,0% — indicando que a disponibilidade atual atenderia às necessidades do meio circulante. Observamos, contudo, alguma dificuldade decorrente da não circulação de todas as moedas em poder do público.

 

Está em andamento um trabalho de esclarecimento pelo qual os servidores, trabalhadores terceirizados, aposentados e familiares são incentivados a levar moedas ao Banco Central para tgrocar. Além disso, colocar moedas para circular é bom para o setor real da economia e bom para o meio ambiente. Fabricar menos moedas implica, por exemplo, economia de energia e de minérios.

 

 

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