15/08/2017 (19:32)

Surdez de 9,7 milhões de brasileiros preocupa especialistas

Melhorar a qualidade de vida dos 9,7 milhões de deficientes auditivos é o motivo de encontro na próxima quarta-feira, dia 17 de agosto, na Câmara Federal. Do total de pacientes, pelo menos 2,2 milhões apresentam surdez severa, quando já não conseguem escutar acima de 70 e 90 decibéis (dB). Pior é que 1 milhão são jovens de até 19 anos de idade.

 

Encontro com os especialistas em saúde auditiva, foi requisitado pela deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; e de Seguridade Social e Família.

 

Primeiro desafio é a desatuaalizaação das estatísticas. Números citados são

ainda do censo do IBGE realizado em 2010. Entre 2012 e 2014 o Ministério

da Saúde financiou 624.715 aparelhos auditivos. Além disso, desde 2012 foram

equipadas 75 maternidades com aparelho de triagem auditiva

neonatal e a previsão é equipar mais 737 maternidades até 2019.

 

Segundo a deputada, para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência auditiva, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a reabilitação com o auxílio do aparelho de amplificação sonora individual (AASI) e implantes cocleares.

“Entretanto, ainda com os avanços apresentados nos últimos anos, o acesso e o uso efetivo de AASI pelas pessoas idosas ainda é um problema de difícil elucidação. Temos conhecimento que em alguns municípios, a lista de espera chega a ser de até 3 (três) anos para conseguir um AASI”, afirma a deputada.

 

Seja o primeiro a comentar esta notícia.

Comente esta notícia 

 

eKikfo