28/11/2017 (21:11)

Dívida pública do Brasil será em dezembro R$ 3,650 trilhões

Aumento de 17,28% é o que deverá somar a dívida pública brasileira em 2017, quando chegar o último dia do ano. Contas já estão projetadas pelo Tesouro Nacional, que anunciou o total da dívida em outubro: 3,438 trilhões. Representa crescimento da ordem de R$ 8 bilhões. Pressão sobre as contas diminui um pouco em função da menor taxa básica de juros.

 

 

171024 - 00:32 horas

R$ 3,430 trilhões, a dívida pública do Brasil em setembro

R$ 3,43 é o total da dívida pública do Brasil (que inclui o endividamento interno e externo do Brasil) em setembro. Números da Secretaria do Tesouro Nacional indicam crescimento da ordem de 0,79% devido a gastos com juros num total de R$ 27,15 bilhões. Resgates de títulos por investidores superaram os de emissões em R$ 320 milhões.

Esse resultado foi impactado pela devolução de R$ 15 bilhões em títulos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro Nacional, no final do mês passado. Outros R$ 18 bilhões foram devolvidos em dinheiro em espécie. Por isso, não impactou a divida mobiliária, mas apenas a dívida bruta do setor público. De acordo com o Tesouro, esses recursos são usados exclusivamente para pagamento da dívida pública.

 

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública

que pode ser paga em reais, teve o estoque ampliado em 0,78%, ao passar de R$ 3,286

trilhões para R$ 3,311 trilhões. Segundo o Tesouro, esse aumento é devido ao pagamento

de juros de R$ 25,98 bilhões, compensado em parte pelo resgate líquido, ou seja, mais

resgates do que emissões de títulos públicos, no valor total de R$ 46 milhões.

 

O estoque da Dívida Pública Federal Externa, captada do mercado internacional, teve aumento de 1,22%, encerrando o mês passado em R$ 118,88 bilhões (US$ 37,53 bilhões).

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo.

Neste caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.

 

170828 - 14:53

Dívida pública sofre queda de 0,48% e soma R$ 3,341 trilhões

Caiu 0,48% a dívida pública do Brasil em julho de 2017 e somou R$ 3,341 trilhões  (Em junho estava em R$ 3,357 trilhões). Redução se deve aos pagamentos de títulos e de juros, este na ordem de R$ 17 bilhões. A dívida externa sofreu queda de 6,12% para o total de R$ 116,41 bilhões.

Informação é da Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda. Destaca que a Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais, teve o estoque diminuído em 0,27%, ao passar de R$ 3,233 trilhões para R$ 3,224 trilhões.

 

Real se valoriza

"A variação ocorreu principalmente devido à valorização do real frente às principais

moedas que compõem o estoque da dívida externa e ao resgate líquido,

no valor de R$ 2,54 bilhões", diz o relatório da STN.

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos

públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. A variação

pode ocorrer também pela assinatura de contratos de empréstimo.

Neste caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição ou de um banco de fomento,

destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a

redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública

poderá fechar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.

Argumentação

O coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Leandro Secunho, disse que a tendência é que a dívida encerre o ano dentro do intervalo do Plano Anual de Financiamento, por conta da estratégia já definida pelo Tesouro e o cronograma de vencimentos dos títulos.

Secunho afirmou que julho foi “um mês bastante positivo”, com redução de taxas de juros e leilões volumosos com concentração em títulos prefixados. “O ano tem sido mais positivo do que era nossa expectativa. Temos conseguido fazer leilões prefixados com volumes mais significativos do que estava na nossa estratégia, devido a esse movimento de queda das taxas de juros. A inflação tem surpreeendido positivamente para baixo”,

 

170626 - 20:51 horas

Dívida Pública do Brasil cresce 0,26% e soma R$ 3,253 trilhões em maio

 

Com aumento percentual de 0,26%, menor do que em abril, a Dívida Pública do Brasil somou em maio de 2017 R$ 3,253 trilhões. Dívida externa cresceu 1,31% e chegou a R$ 122,87 bilhões; enquanto que a dívida interna ficou em R$ 3,123 trilhões. No mês de abril de 2017, a dívida pública federal totalizou R$ 3,244 trilhões.

 

Só no item pagamento de juros o País teve der dispor de R$ 28,26 bilhões.

As emissões de papeis totalizaram R$ 46,788 bilhões e o resgate R$ 66,526

bilhões e o resgate líquido somou R$ 19,738 bilhões. A

DPMFi (Dívida Pública Mobiliária Federal intrerna) subiu 0,22% e

fechou em R$ 3,130 trilhões. Informações foram liberadas (170626) pelo Tesouro Nacional.

 

70525 -19:20 horas

Dívida pública do Brasil alcança R$ 3,244 trilhões

Atingiu R$ 3,244 trilhões a dívida pública do Brasil em abril de 2017. Total é a somatória das dívidas do Governo Federal, INSS, governos estaduais e municipais. Banco Central indicou números apenas do mês a que refere o comunicado oficial. Mostram que houve elevação de apenas 0,1% do PIB em relação a março, mas o BC não indica o total negativo.

 

 

Dívidas Líquida do Setor Público (DLSP) e

Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG)

A DLSP alcançou R$3.025 bilhões (47,7% do PIB) em abril, reduzindo-se 0,1 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.

No ano, a elevação de 1,5 p.p. na relação DLSP/PIB decorreu da incorporação de juros nominais (aumento de 2,2 p.p.), da valorização cambial acumulada de 1,9% (aumento de 0,3 p.p.), do efeito do crescimento do PIB nominal (redução de 0,6 p.p.), do superavit primário (redução de 0,2 p.p.) e do ajuste de paridade da cesta de moedas da dívida externa líquida (redução de 0,1 p.p.).

A DBGG (Governo Federal, INSS, governos estaduais e municipais) alcançou R$4.547,7 bilhões em abril (71,7% do PIB), elevando-se 0,1 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.

 

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