18/03/2017 (11:46)

Embutidos de carnes perdem vendas. Redes sociais ajudam.

Devem cair muito as vendas de linguiças e de todos os embutidos, no Brasil; pelo menos nos próximos meses, até que a indústria e autoridades coloquem garantias de qualidade. Isso pode-se observar pelo que pensam e dizem os clientes de supermercados e açougues. De uma centena consultados, só 30% não opinaram contra, por desconhecer o que houve.

 

No esforço pela consciuentização, as redes sociais estão desempenhando

maior papel. Desde as primeiuras horas, circula um vídeo mostrando o

processamento das carnes para fazer os embutidos que compreendem as

salsicxhas eassemelhados. Há uma comunicação que além das imagens

aterradoras do descaso com a saúde pública, destacam a histórica frase

do ex-presidente dos EUA, John Kennedy:

 

"Se você soubesse como são feitas as salsichas e asd leis, não comeria aquelas e não cumpriria estas".

 

Nem aspecto colorido e luzes, conseguem atrair cvompradores conscientes da ação policial contra os falsários da produção de carnes e derivados no País. Agora e preciso esperar para ver se Governo cumpre o que prometeu, uma "fiscaslização rigorosa" e "limpeza" entre os responsáveis pelo crime que a população chama de "cruel" contra os cidadãos consumidores.

 

170317 - 21:01 horas

Punição aos falsificadores deve ser rápida e exemplar

Para os clientes de supermercados que estavam receosos em comprar carne durante o expediente da sexta-feira (170317), a falsificação de alimentos e especialmente carnes, é um crime "horrível". Comentários se dirigem à justiça brasileira que "deve dar punição sem demora e exemplar". Isso foi o que o Ministro da Agricultura garantiu.

Triste informação do episódio é que as denúncias da fraude no preparo da carne para venda, dentro dos frigoríficos, já era conhecida há 7 anos. Blairo Maggi, ministro da Agricultura, condenou o "crime" e disse esperar "punição com rigor pela justiça". Logo de manhã determinou o afastamento de 33 funcionários do segmento, ligados à fsicalização.

Ministro admitiu prejuizo ao trabalho que vinha sendo realizado pela credibilidade. Diante da reação imediata dos importadores, especialmente a União Europeia e EUA, Maggi definiu uma reunião com os compradores internacionais. Deverá ser em Brasília na segunda-feira, dia 20 de março. Prometeu ainda intensificar o diálogo para fortalecer a legislação de fiscalização.

Supermercados

A Operação Carne Fraca impactou também no mercado interno. Em nota, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) orientou associados a dar prioridade à "qualidade e à segurança na comercialização dos alimentos vendidos em todas as lojas do Brasil”.

A Abras destacou que sempre recomenda a aquisição de produtos com o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF). “Vale ressaltar que as lojas não mantêm produtos perecíveis em estoque por mais de 10 dias, que é o prazo médio entre a produção e a comercialização”, observou. A associação informou  que está aguardando a identificação dos lotes irregulares para tomar as medidas necessárias.

 

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