19/09/2016 (23:00)

Coliseu de Roma reformado atrairá mais turistas

Autoridades italianas deram sinal verde para a empresa que restaura o Coliseu, em Roma, retomar o trabalho depois de um desentendimento com uma rival pelo contrato da obra. A tarefa é um de vários projetos com fundos privados para salvar da decadência os marcos históricos e culturais da Itália. Agora O monumento reviverá por dentro.

 

 

Esforços financeiros nacionais e internacionais, contribuem para o revigoramento de um dos maiores atestados históricos da Itália. No Coliseu, em Roma, estão inseridas referências do que aconteceu há mais de 2000 anos. Pesquisas tratam de dar continuidade aos estudos que valorizam mais as informações já ratificadas. Porém é preciso reconhecer que o elemento físico carece de preservação, pois representa inclusive fointe de arrecadação com o turismo.

Decisão pela empresa

 

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Duas empresas italianas, Gherardini e Lucci, disputaram o contrato de restauração da estrutura, outrora palco de lutas de gladiadores e reencenações de batalhas romanas, financiado com 25 milhões de euros em patrocínio da grife de calçados de luxo Tod's.

Conselho de Estado, a última instância dos tribunais de apelação no País, declarou (160822) que a Gherardini, que já tinha iniciado as obras, poderá continuar os trabalhos.

O conselho manteve a decisão de uma corte regional que determinou que a Lucci não mostrou capacidade técnica suficiente para restaurar o monumento, construído no século 1 d.C.

Empresas ajudam

Também em Roma, a joalheria Bulgari e a casa de moda Fendi, ambas propriedade da LVMH, estão financiando a restauração das Escadas Espanholas e da Fontana de Trevi, respectivamente.

Renzo Rosso, fundador da grife de jeans Diesel, está pagando pelos reparos da ponte de Rialto, em Veneza.

 

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