10/08/2016 (12:23)

Presidente do Brasil será julgada por crime e poderá perder o mandato

Será julgada por crime de responsabilidade a presidente do Brasil, Dilma Rousseff e se condenada poderá perder o mandato. Decisão foi adotada pelo Senado Federal na sessão dirigida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. Agora o final do processo será julgamento pela Câmara dos Deputados e Senado ainda em agosto.

 

Processo de impeachment da dirigente brasileira, tem continbuidade com a apresentação das 5 testemunhas de cada lado, até a sexta-feira (160812).  A partir dessa medida os membros da Coimissão, esperam antecipar o julgamento até o dia 23 de agosto, embora os integrantes do partido dos trabalhadores e demais opostiores, queiram transferir decisão para setembro.

Após o depoimento das testemunhas, os senadores decidirão pela condenação ou a absolvição de Dilma. Na conclusão do processo, é preciso o voto de 54 dos 81 senadores para confirmar o impedimento.

 

160804 - 13:42 horas

 

Aprovado relatório para impedir presidente Dilma Roussef, no Brasil

 

Aprovado o relatório do senador mineiro Antônio Anastasia, que propõe o "impeachment" da presidente do Brasil, Dilma Vana Rousseff. Agora o processo vai para votação no plenário onde todos os parlamentares irão decidir. Número final foi de 14 votos pelo sim e 5 pelo não. Previsão agora é que o final seja nos últimos dias de agosto de 2016.

 

Decisão de impedimento da Presidente

da República no dia 9 de agosto, terá que obter 308 votos

na Câmara Federal e 51 no Senado.

Argumento de que a medida é um "golpe", sempre defendida pelos aliados do Governo em todas as sessões, foi respondida nos debates sobre o relatório, pelo senador Cristovam Buarque, considerado uma reserva da dignidade do parlamento. Disse: "Não sou golpista. O Senado não é um quartel", para comparar o que aconteceu com o golpe militar de 1964. Falou ainda sobre o processo que impediu o então presidente Fernando Collor de Mello em 1992.

Ao terminar o voto, Cristovam disse estar consciente do que faz e que "nem mesmo sendo chamado de golpista" deixaria de dar voto favorável ao "impeachment".

 

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