Terra terá mais furacoes se temperatura subir além de 2 graus
Aquecimento da Terra a 2 graus terá mais furacões e causará prejuízos, diz Banco Mundial.
04-12-2015 18:33:20 (1012 acessos)
Vai aumentar 40% o número de furacões na Terra, se a temperatura subir até graus centígrados. Se chegar a 4 graus como alguns países estão admitindo na Conferência de Paris, a ação dos fenômenos naturais será devastadora e o mar aumentará os avanços sobre as praias e cidades oceânicas. Prejuízos serão incalculáveis e irreparáveis.

Previsões estão no estudo "Baixemos a Temperatura, apresentado pelo Banco Mundial", a fim de mostrar aos que desejam flexibilizar os cálculos do "efeito estufa", ideia que vem prosperando entre participantes da Conferência do Clima, que será encerrada na sexta-feira (151211) em Paris (França). Documento mostra o drama vivido pelos 70 mil habitantes da Dominica. O pequeno País sofre chuvas intensas após uma estação de seca e como consequência padece de deslizamentos e desprendimentos de encostas. Prejuízos são da ordem de US$ 483 milhões, perdas que levará 5 anos para reparar.

Aquecimento global é uma ameaça presente na vida dos países insulares, como os do Caribe, que já enfrentam incidentes climáticos extremos. Cientistas atribuem à mudança climática o aumento no número e na intensidade de furacões e tempestades. Exposição cada vez maior aos desastres naturais representa ameaça real às perspectivas de desenvolvimento caribenho.

O assunto se tornou a maior prioridade dos governos da região, que participam das negociações climáticas internacionais na 21a Conferência do Clima (COP21), em Paris. Os governos contam com o apoio das organizações internacionais de desenvolvimento que operam na região.

Um estudo prévio do Mecanismo de Seguros contra Riscos Catastróficos do Caribe (CCRIF, na sigla em inglês) revelou que as perdas anuais decorrentes de ventos e inundações chegariam a 6% do PIB em alguns países da zona. A mudança climática tem o potencial de exacerbar esses riscos, acentuando as perdas entre 1% e 3% do PIB até 2030. Fica no ar a pergunta: o acordo de Paris propiciará instrumentos adicionais para responder ao risco crescente de mudança climática?

 

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