Fenômenos climáticos afetam 13,2 milhões na América Latina e Caribe
Enchentes, alagamentos, destruição e prejuízos, consequências de fenômenos do clima.
26-11-2015 21:24:05 (779 acessos)
Mais de 13,2 milhões de pessoas sofreram as consequências de enchentes e inundações em quase todos os países da América Latina e Caribe. Porque deixaram de tomar providências quanto à proteção de reservas florestais protetoras ou construíram em locais impróprios, acumularam lixos sobre os esgotos e águas, estão sofrendo prejuízos incalculáveis.

Fenômenos atmosféricos estão intimamente ligados à destruição de recursos naturais. Mas há falta de condições para o tratamento do lixo, lançamentos em locais impróprios, chaminés das indústriais gerando gigatoneladas de CO2 na atmosfera, excesso de retirada de florestas para plantações que deixam o campo abertor para a formação de tornados e ventanis. São todos elementos que formam a atual conjuntura climática que desencxadeia tempestades e alagamentos, com toda sorte de prejuízos.

O fenômeno climático El Niño pode agravar esse quadro, aumentando o número de vítimas, adverte o Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA). Entidade revelou que 13,2 milhões de pessoas foram afetadas por desastres entre janeiro e outubro de 2015 na América Latina e Caribe. Número de afetados nesses meses de 2015 supera o de 2014, que somou 11,4 milhões. “Esforços de preparação precisam continuar como prioridade para reduzir impactos e necessidades humanitárias”, destaca o estudo.

 

Maior impacto humano

O relatório explica que períodos de seca seguidos de chuvas excessivas causaram o maior impacto humano, totalizando 7 milhões de pessoas afetadas e provocando danos por inundações e problemas de saúde derivados de epidemias de dengue, chikungunya e cólera.

Outro estudo chamado Fome sem Fronteiras, publicado pela Organização Internacional para Migração (IOM) e pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) mostra a relação entre insegurança alimentar, violência e migração em países do Triângulo Norte da América Central (El Salvador, Guatemala e Honduras).

O relatório destaca a importância da subsistência e programas de reinserção para migrantes, a fim de reforçar a resiliência das crianças, e pede que medidas concretas sejam estabelecidas na primeira Reunião Mundial Humanitária, que vai acontecer em Istambul, na Turquia, em 2016.

 

Fonte: OCHA
 

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