Alimentos e energia elétrica elevam inflação do Brasil a 4,52% em 2020

 

Brasil comeca o ano de 2021 prevendo inflacao e crescimento de 3,2%. Cotacao para o Dolar de R$ 5,3.
12-01-2021 13:56:48 (68 acessos)
Inflação do Brasil em 2020 foi de 4,52%. Anúncio foi feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que atribuiu o resultado ao aumento nos preços de alimentos, energia elétrica e combustíveis. sobretudo gasolina, diesel e gás. País começa o ano de 2021 esperando crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 3,2%, inflação de 3,2% medida pelo IPCA (índice de preços ao consumidor amplo), taxa básica de juros Selic de 2,1% e o câmbio médio de R$ 5,3 para o Dólar (US$).

IPCA encerrou 2020 com alta de 4,52%, que, conforme o IBGE, é a maior desde 2016, quando ficou em 6,29%. Em dezembro, o indicador, também divulgado (210112) no Rio de Janeiro, junto com o acumulado do ano, acelerou para 1,35%, que é a variação mais intensa desde fevereiro de 2003, quando tinha sido de 1,57%. É também a maior para um mês de dezembro desde 2002 (2,10%).

Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou 2020 com alta de 5,45%, o maior desde 2016, quando subiu 6,58%. O resultado superou o percentual alcançado em 2019: 4,48%. Em dezembro, o INPC avançou 1,46% frente a alta de 0,95% do mês anterior. 

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa elevação foi a maior variação mensal desde janeiro de 2016 (1,51%) e a maior variação para um mês de dezembro desde 2002 (2,70%). Em dezembro de 2019, a taxa foi de 1,22%.

O INPC é calculado com base em famílias com rendimento de um a cinco salários mínimos, tendo como referência a pessoa assalariada e residentes nas áreas urbanas das regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju, além do Distrito Federal.

 

20201231 - 21:24:17 horas

 

Brasil projeta crescimento e inflação de 3,2% e Dólar em R$ 5,3

Brasil começa o ano de 2021 esperando crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 3,2%, inflação de 3,2% medida pelo IPCA (índice de preços ao consumidor amplo), taxa básica de juros Selic de 2,1% e o câmbio médio de R$ 5,3 para o Dólar (US$). Estes são números resumidos do que pretende uma das maiores economias do mundo, que como as demais sofreu os horrores do isolamento provocado pela infecção do coronavírus.

No último dia do ano de 2020, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021. Define as metas e prioridades do Governo Federal, orienta a elaboração da lei orçamentária anual e fixa limites para os orçamentos dos poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público. A LDO foi aprovada pelo Congresso Nacional em 16 de dezembro e dependia apenas da sanção presidencial.

São estimativas constantes que indicam crescimento real do PIB para o ano de 2021 de 3,2%, do IPCA em 3,2%, a taxa Selic em 2,1% e a taxa de câmbio média de R$ 5,3/US$. A nova meta fiscal indica déficit de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), sem considerar os juros da dívida pública.

Embora o orçamento de 2021 ainda não tenha sido aprovado pelo Congresso, a União estará autorizada a dar continuidade à realização das despesas emergenciais, considerando, para isso, os valores enviados no projeto da lei orçamentária.

A LDO tem uma listagem de projetos prioritários, que não terão contingenciamento

de recursos em 2021 e que, portanto, poderão ser executados. Dentre eles está o

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos

Profissionais da Educação (Fundeb). O Fundeb financia a educação básica pública e

é composto de 20% da receita de oito impostos estaduais e municipais e valores

transferidos de impostos federais. Pelo texto aprovado pelos deputados, a União

fará repasses progressivamente maiores ao longo dos próximos seis anos.

Outros projetos cuja execução não será contingenciada, dizem respeito ao piso de atenção básica em saúde, a procedimentos de atenção à saúde de média e alta complexidade, à aquisição dos novos caças pela Aeronáutica (projeto FX-2), ao projeto de desenvolvimentos de submarinos pela Marinha e ao sistema integrado de monitoramento de fronteiras.

 

Fonte: IBGE e Agência Brasil
 

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