Inflação, ameaça que vem da ânsia em ganhar, de comerciantes

 

12-01-2021 13:41:29 (76 acessos)
Banana caturra R$ 4,59; batatinha R$ 5,59; maçã R$ 11,99 e tomate R$ 6,99. São apenas alguns exemplos de produtos básicos na mesa das famílias brasileiras. Valores destacam a incompreensão de comerciantes e determinados produtores, que acusam insumos comprados em Dólar e imposição de produtores e outros itens, até as mãos do consumidor. Remarcam preços de maneira excessiva, determinando o perigo da inflação ora experimentado. Nem um olhar para gastos extras do Governo para ajudar quem precisa.

20201225 - 13:59:46 horas

Mas o Brasil enfrenta esse desafio há décadas, algumas terminadas com empobrecimento de todos e disfunções da economia com o próprio endvidiamento. São os produtos básicos da vida dos brasileiros, que comprometem novas conquistas e durante os últimos 15 anos, a corrupção desenfreada que acabou com as esperanças. Estimativa não confirmada é que aos cofres públicos só retornaram menos de 10% do que foi desviado e até mesmo roubado.

Produtos básicos encareceram além dos limites, especialmente

alimentos. Cereais pesaram no movimento inflacionário, com

59,64% e a carne, mais de 30%. Assim estão óleo de cozinha,

gás, combustíveis de toda ordem como gasolina, álcool (produto

genuinamente nacional), óleo Diesel, energia elétrica: uma lista

interminável. Tudo se faz em nome da "livre economia".

Somando-se a esse quadro difícil, está o momento do Governo Federal que teve de gastar mais do que o previsto, para ajudar os que precisam. E o rombo orçamentário chega perto de R$ 800 bilhões, quatro vezes mais do que o previsto. Só não é superior por causa das contenções e do próprio esforço de segmentos da economia que reagiram produzindo mais. Inclusive as estatais que davam prejuízo, voltaram ao positivo, aliviando de certa forma os cofres públicos.

Assim, sem o apoio dos que abastecem o consumidor, o País acredita que chegará ao dia 31 de dezembro de 2020 com inflação de 4,73%.

 

Fonte: Jornalista Moreira (Luiz Nuines Moreira)
 

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