Brasil está falando e prevenindo suicídio que aumenta pelo mundo
14-09-2020 11:50:15 (46 acessos)
Campanhas permanentes comandadas pelas autoridades, entidades médicas e o Centro de Valorização da Vida (CVV), previnem o suicídio no Brasil. Atualmente, até dia 24 de setembro, o Congresso Nacional se ilumina de amarelo. É para chamar atenção desse mal que já está matando mais de 1 milhão de pessoas por ano. Dados dos centros de saúde mostram que no Brasil são 11 mil os que colocam fim à própria vida anualmente. Sugestões de parlamentares indicam necessidade de melhorar estrutura de atendimento

Desde 2015 é atuante a campanha nacional desencadeada pelo Centro de Valorização da Vida, Conselho Federal de Medicina e Associação Brasileira de Psiquiatria. Interesse é falar muito sobre o problema.

Sérgio Vidigal (PDT-ES), que é psiquiatra e deputado federal, indica

que uma das falhas na prevenção do suicídio é a falta de estrutura

para o atendimento de saúde mental na rede pública. “Ela é ainda

muito deficitária para a população, desde a oferta de profissionais,

de mecanismos de terapias, sejam elas terapias

cognitivas-comportamentais, outras psicoterapias e também a própria terapia

medicamentosa, pela falta de acesso à medicação por parte dos pacientes”.

Na Frente Parlamentar de Combate ao Suicídio e à Automutilação no Brasil, parlamentares alertaram para a falta de ambulatórios especializados nas unidades de saúde e para a falta de informação sobre a prevenção ao suicídio.

Debatedores também consideraram necessário o fim do tabu em falar desses temas e a eliminação do preconceito contra pessoas que têm doenças como ansiedade, depressão e transtorno bipolar.

Suicídio afeta jovens


Quem lida com suicídio tem ainda uma preocupação específica com a população mais jovem. É um fenômeno global: a OMS aponta que essa, atualmente, é a segunda causa de morte na faixa etária de 15 a 29 anos.

Sob esse aspecto, Sérgio Vidigal ressalta que família e escola são pilares importantes no apoio aos jovens com depressão, que podem vir a tentar o suicídio. Mas ele diz que as duas instituições precisam dialogar.

“A família não participa da vida do aluno na escola e nem a escola participa da vida do aluno lá no seu habitat”, lamenta. “Nós temos que derrubar esses muros, facilitar essa integração.”

 

Fonte: Agências Câmara e Senado
 

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