Ministro da saúde dá razão a Bolsonaro e recomenda ação unificada
Sem apego ao cargo, ministro da Saude Luiz Henrique Mandetta reforca fala de Bolsonaro e ve melhoras
25-03-2020 21:09:23 (257 acessos)
Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sugeriu o retorno dos brasileiros às atividades essenciais, sem mostrar apego ao cargo ou defender governadores e outros que correram a condenar o presidente da República. Jair Bolsonaro condenou o fechamento das atividades principais da economia brasileira, por causa do coronavírus. Falou o Ministro que a quarentena deve ser mantida mas só para aquelas pessoas definidas com os sintomas da infecção. Contudo a respeito disso recomendou entendimento.

Após rapidamente dizer que sai do cargo quando sentir que não está mais sendo útil, seguiu mostrando o acerto das referências feitas pelo Presidente. E deu exemplo sobre o perigo de parar atividades como as da aviação civil, que nas últimas horas não consegue entregar materiais importantes para o sistema hospitalar, tratar doentes em regiões distantes como norte e nordeste.

Há uma estimativa de que estão prestes a passar necessidades básicas, quase 38 milhões de brasileiros que trabalham como autônomos. Em Curitiba está fechado um dos maiores restaurantes do mundo (Madalosso, de Santa Felicidade), seguido por todos do bairro gastronômico de italianos. Imagine quantas casas do gênero e assemelhadas, encontram-se de portas cerradas!

Incidência de casos no Brasil vem sendo menor do que a projetada pelas autoridades de saúde, que seria em torno de 33%. Ministro da Saúde informou que estão em declínio nos últimos dois dias, com menos que 20%. Outra notícia positiva foi que os respiradores já começaram chegar da China, que praticamente superou a pandemia.

Quanto ao remédio hidroxicloroquina, que é usado

para tratamento de malária e doenças autoimunes,

o Ministério vai começar a aplicar em pacientes, no

Brasil. Isso deve ocorrer como fora programado, a

partir da sexta-feira, dia 27 de março de 2020.

Lembrou ainda o Ministro que os vírus H1N1 e influenza, levam muito mais pacientes aos Centros de Terapia Intensiva (CTIs) do que o coronavírus.

 

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